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MINISTÉRIO PÚBLICO DO PARANÁ DIVULGOU QUE A MULHER PRESA ENCENAVA CENA DE SEXO COM A PRÓPRIA FILHA EM SÃO MATEUS DO SUL 

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A adolescente ter relatado à equipe pedagógica da escola que frequenta que sua mãe “contracenava” cenas de sexo com ela e transmitia para uma pessoa por meio de telefone celular.   

O Ministério Público do Paraná (MPPR) divulgou mais informações sobre o caso envolvendo abuso de menor em São Mateus do Sul. Segundo informações, a mulher encenava cenas de sexo com a própria filha e encaminhava para um homem de 58 anos, empresário em Salvador – Bahia, ambos estão presos. 

As apurações sobre o caso, conduzidas pelo MPPR por meio da 2ª Promotoria de Justiça de São Mateus do Sul, tiveram início em fevereiro deste ano, após a adolescente ter relatado à equipe pedagógica da escola que frequenta que sua mãe “contracenava” cenas de sexo com ela e transmitia para uma pessoa por meio de telefone celular. 

A partir do relato da adolescente, colhido no modo de depoimento especial, conforme estabelece o sistema de garantia de direitos da criança e do adolescente, a mãe da menina foi presa, sendo identificado o número de telefone celular para o qual os conteúdos eram enviados. 

Denúncia – A ordem de prisão foi cumprida nesta semana pela Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes Contra Crianças e Adolescentes da capital baiana, após pedido do MPPR. Além de imagens da adolescente paranaense, a polícia encontrou conteúdo pornográfico de outras crianças e adolescentes em dois celulares e um notebook apreendidos com o suspeito. 

A mulher foi presa em Campo Magro – PR, e na última terça-feira, 21 de março, com o apoio da Polícia Civil da Bahia, o homem também foi preso, onde foi lavrado Auto de Prisão em Flagrante Delito, pois o suspeito armazenava material de pornografia infantil. 

Os dois, tanto o homem que recebia as imagens, quanto a mãe da vítima, foram denunciados pelo Ministério Público do Paraná por estupro de vulnerável e outros crimes referentes à transmissão de material pornográfico envolvendo criança/adolescente. A polícia segue investigando se há outras pessoas envolvidas com a prática dos crimes. O processo tramita sob sigilo. 

Fonte: Portal RDX com informações MPPR 

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