Golpistas estão se passando por funcionários de supermercados da região para enganar moradores e aplicar golpes via WhatsApp. Nos últimos dias, dois casos foram registrados em União da Vitória e Antônio Olinto, onde criminosos induziram as vítimas a acessar links fraudulentos, resultando na clonagem de contas e até prejuízo financeiro. A polícia alerta para o aumento desse tipo de crime e reforça a importância de medidas preventivas.
Caso em União da Vitória: celular resetado e conta clonada
O primeiro golpe ocorreu por volta das 19h30 no bairro São Joaquim, em União da Vitória. A vítima relatou à polícia que estava em casa quando recebeu uma ligação via WhatsApp de um número desconhecido. Do outro lado da linha, um indivíduo se apresentou como representante de um supermercado da região e anunciou que ela havia sido sorteada com um vale-compras no valor de R$ 150,00.
Para resgatar o suposto prêmio, o criminoso enviou um link e orientou a vítima a acessá-lo. Sem desconfiar da fraude, ela clicou no link e, imediatamente, seu celular reiniciou sozinho. Minutos depois, familiares e amigos começaram a receber mensagens suspeitas em seu nome, nas quais os golpistas tentavam enganar outras pessoas com um anúncio falso na plataforma OLX.
Apesar do susto, a vítima não realizou transferências bancárias nem forneceu senhas, mas temeu que seu número pudesse ser utilizado para outros crimes. Preocupada, dirigiu-se até o batalhão da Polícia Militar para registrar um boletim de ocorrência, garantindo que o caso fosse formalmente documentado.
Caso em Antônio Olinto: golpe mais elaborado e prejuízo financeiro
O segundo caso, registrado às 9h45 no Centro de Antônio Olinto, mostra um golpe ainda mais sofisticado. A vítima relatou que, por volta das 18h do dia 27 de janeiro, recebeu uma chamada de vídeo pelo WhatsApp. Do outro lado, um grupo de criminosos se passou por funcionários administrativos de um supermercado local, apresentando-se como gerentes e afirmando que ela havia sido contemplada com um Pix de R$ 500,00.
Diferente do primeiro caso, os estelionatários possuíam dados detalhados da vítima, como nome completo, endereço, CPF e até informações bancárias. Acreditando na autenticidade da oferta, a vítima seguiu as orientações dos criminosos e acessou um link que supostamente confirmaria o recebimento do prêmio.
Minutos depois, percebeu que sua conta do WhatsApp havia sido clonada. Além disso, ao conferir seu aplicativo bancário, constatou que uma transferência indevida de R$ 537,00 havia sido realizada de sua conta, possivelmente pelos próprios golpistas. Desesperada, a vítima buscou auxílio junto ao banco e procurou a polícia para registrar a ocorrência.
Polícia alerta para golpes e dá orientações
Casos como esses vêm se tornando cada vez mais frequentes na região, e a polícia reforça a necessidade de cautela. Especialistas alertam que golpistas utilizam estratégias cada vez mais sofisticadas, aproveitando-se da confiança das vítimas e do acesso a informações pessoais vazadas na internet.
A Polícia Militar orienta a população a seguir algumas medidas de segurança para evitar cair nesse tipo de golpe:
Desconfiar de chamadas de números desconhecidos, especialmente via WhatsApp. Empresas raramente entram em contato por esse meio para distribuir prêmios.
Evitar clicar em links enviados por mensagens sem antes verificar a procedência. Sempre conferir com a empresa citada antes de seguir qualquer instrução.
Não fornecer dados pessoais ou bancários por telefone ou mensagens. Criminosos podem se passar por funcionários de empresas confiáveis para obter informações sigilosas.
Ativar a verificação em duas etapas no WhatsApp. Esse recurso dificulta a clonagem da conta.
Se suspeitar de golpe, registrar um boletim de ocorrência imediatamente.
A polícia reforça que, em caso de clonagem do WhatsApp, é essencial avisar contatos próximos sobre a fraude e tentar recuperar o número o mais rápido possível pelo suporte do aplicativo.
Com o aumento desses crimes, a recomendação principal é a prevenção. Caso receba uma oferta suspeita, o melhor caminho é sempre a prudência: quando a promoção parece boa demais para ser verdade, provavelmente é um golpe.
Mandados de busca e apreensão foram cumpridos na manhã desta terça-feira (10). Celulares, computadores e documentos foram apreendidos durante investigação que apura possíveis irregularidades em processos licitatórios.
A Polícia Civil do Paraná (PCPR), por meio da Delegacia de Polícia de Rebouças, apreendeu celulares, computadores e documentos durante o cumprimento de cinco mandados judiciais de busca e apreensão relacionados a uma investigação que apura possíveis crimes em processos de licitação no âmbito da Câmara de Vereadores de Rebouças.
Os mandados foram cumpridos na manhã desta terça-feira (10), por volta das 6h30, com apoio de equipes das delegacias de Irati, Ipiranga e Imbituva. Ao todo, quinze policiais participaram da operação para dar cumprimento às ordens judiciais.
As investigações tiveram início em fevereiro deste ano, após uma denúncia feita pelo atual presidente da Câmara de Vereadores, Jefferson Okamoto. De acordo com a denúncia, há imagens registradas por uma câmera escondida que mostram uma empresária supostamente tentando fraudar o caráter competitivo de licitações, relatando que essa prática ocorria durante a gestão anterior.
Segundo o delegado da Polícia Civil, Itamar Casabranca, a investigação segue sob sigilo e novas análises ainda serão realizadas.
“No dia de hoje foram apreendidos celulares, computadores e documentos dos alvos, os quais serão analisados e eventualmente encaminhados para perícia. As demais etapas da investigação permanecem sob sigilo”, explicou o delegado.
Informações/Imagem: Polícia Civil de Rebouças/Rede Social/Matéria: Repórter Kiko de Oliveira
Durante patrulhamento da equipe da Polícia Militar de Bituruna quando visualizou um veículo fiat uno na cor branca com tres ocupantes no seu interior.
A situação ocorreu na PR-446 no bairro São Cristóvão por volta das 13 horas dessa terça-feira (10).
Realizado a abordagem aos masculinos e constatado que no interior do veículo havia um revólver calibre .38 municiado e um tablete de substancia análoga a maconha.
Diante dos fatos, os três envolvidos foram presos e encaminhados à Delegacia de Policia para as providências legais.
A equipe de Patrulha Rural da Polícia Militar de São Mateus do Sul cumpriu um mandado de prisão na localidade de Faxinal dos Ilhéus por volta das 17 horas dessa terça-feira (10).
O mandado, expedido pelo Tribunal de Justiça do Paraná, era referente a pena por crime de furto.
O suspeito foi localizado na área externa de sua residência na zona rural, em seguida, ele foi encaminhado à carceragem da Polícia Penal para cumprimento da pena.
A ação reforça a atuação da polícia na execução de mandados judiciais e na manutenção da ordem pública.