Na manhã desta segunda-feira (10), o Corpo de Bombeiros confirmou a localização do corpo do jovem que havia desaparecido em uma cachoeira em Porto Vitória.
A vítima, um adolescente de 16 anos identificado pelas iniciais W.M., era morador do bairro Vice King, em Porto União. A identificação oficial ainda não foi divulgada pelos órgãos de segurança.
As buscas pelo adolescente tiveram início no sábado (8), por volta das 11h, e foram encerradas na manhã desta segunda-feira, quando o corpo foi encontrado por volta das 9h.
Três dias de buscas intensas
1º dia: Assim que as equipes de resgate chegaram ao local, testemunhas indicaram o ponto onde a vítima foi vista pela última vez. As buscas submersas foram iniciadas utilizando mergulho equipado autônomo. Durante o dia, diversas imersões foram realizadas em uma área de aproximadamente 100 metros quadrados, com profundidade entre 4 e 9 metros. No entanto, ao final do dia, o jovem não foi localizado, e as buscas foram suspensas temporariamente.
2º dia: No período da manhã, os bombeiros utilizaram as técnicas de pêndulo e espelho para atravessar a região das quedas d’água de uma margem à outra. Durante a tarde, uma equipe do Corpo de Bombeiros de Porto União se juntou às buscas com uma embarcação equipada com sonar, permitindo identificar pontos suspeitos para novos mergulhos. Apesar dos esforços, a vítima ainda não havia sido encontrada ao final do segundo dia.
3º dia: A operação foi retomada na manhã de segunda-feira (10), com novas técnicas de mergulho sendo aplicadas. Por volta das 9h, o corpo emergiu e foi localizado pela equipe de resgate, encerrando as buscas.
Mobilização das equipes de resgate
Ao todo, participaram da operação 10 bombeiros do Paraná, sendo nove de União da Vitória e um de São Mateus do Sul, além de dois bombeiros de Santa Catarina.
As autoridades competentes realizaram os procedimentos legais para o encaminhamento do corpo aos familiares e para os trâmites periciais necessários.
Um homem de 42 anos morreu após se envolver em um acidente de trânsito na noite de sábado (19), na BR-153, no município de Imbituva. A ocorrência foi registrada por volta das 19h50, no quilômetro 3 da rodovia, e mobilizou equipes da Polícia Rodoviária Federal (PRF) e do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU).
De acordo com as informações apuradas, o sinistro foi do tipo colisão lateral e envolveu um veículo VW Gol, com placas de Imbituva, e uma motocicleta Shineray XY 150, emplacada em Ponta Grossa.
O condutor da motocicleta, natural de Imbituva, sofreu ferimentos graves e foi socorrido pelo SAMU, sendo encaminhado ao Pronto Atendimento do município. No entanto, ele não resistiu aos ferimentos e morreu durante o atendimento.
O motorista do VW Gol, de 51 anos, também natural de Imbituva, realizou o teste do etilômetro, que apontou resultado positivo para consumo de álcool, com teor de 0,72 mg/l. Conforme a PRF, ele foi encaminhado à Delegacia de Polícia Civil de Irati, sendo autuado em flagrante por embriaguez ao volante, além de não possuir Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e por omissão de socorro.
Os veículos envolvidos foram recolhidos ao pátio conveniado da PRF. As circunstâncias do acidente devem ser apuradas pelas autoridades competentes.
A Polícia Militar efetuou a prisão de um homem na madrugada de domingo (19), na localidade de Rondinha, em Paula Freitas, após uma ocorrência de violência doméstica em um ambiente de trabalho.
O caso, registrado por volta de 01h30, mobilizou guarnições locais após relatos de que o suspeito estaria ameaçando a integridade física de sua convivente e sendo contido por terceiros.
Segundo informações contidas no boletim de ocorrência, a vítima trabalhava no momento em que o agressor chegou ao local.
Ela relatou aos policiais que o companheiro apresenta um histórico de comportamentos agressivos e que, durante o episódio, ele teria tentado avançar com o veículo em sua direção, o que gerou pânico entre os presentes.
A intervenção de colegas de trabalho da mulher foi decisiva para interromper a ação e manter o indivíduo imobilizado até a chegada da viatura.
Ao ser questionado pela autoridade policial, o homem apresentou sua versão dos fatos, atribuindo o conflito a um desentendimento motivado por ciúmes.
Ele admitiu ter se exaltado após a companheira recusar-se a entrar no automóvel, mas minimizou a gravidade da abordagem, alegando que apenas insistiu para que ela o acompanhasse.
O clima de tensão e o relato de medo por parte da vítima fundamentaram a voz de prisão dada pela equipe policial. Os envolvidos foram encaminhados à delegacia para o registro do auto de prisão em flagrante e a realização dos procedimentos periciais necessários.
O episódio reforça o debate sobre a segurança da mulher em seus ambientes cotidianos e a importância da intervenção rápida de testemunhas em casos de flagrante desrespeito à Lei Maria Penha.
Um homem foi preso em flagrante pela Polícia Militar na noite do último domingo, 19, após descumprir uma medida protetiva de urgência e se envolver em uma briga com a ex-companheira. A ocorrência, registrada na cidade de Rebouças, mobilizou equipes policiais após denúncias de “vias de fato” em via pública.
Ao chegarem ao local, os policiais encontraram o casal em visível estado de embriaguez. No momento da abordagem, a mulher mantinha o homem imobilizado no chão.
Segundo o relato da vítima aos agentes, o agressor costuma cercá-la no trajeto de sua residência e, nesta ocasião, teria desferido um soco contra seu rosto, causando uma lesão leve na região da boca. Para se defender, ela reagiu e conseguiu conter o indivíduo até a chegada da viatura.
Em contrapartida, o homem apresentou uma versão divergente, alegando que a mulher teria iniciado as agressões e negando que estivesse monitorando os passos da ex-companheira.
Diante da confirmação da existência de uma medida protetiva vigente, apresentada pela vítima em sua residência logo após o ocorrido, o homem recebeu voz de prisão.
Devido ao estado de agitação do suspeito, a equipe policial utilizou algemas para garantir a segurança dos envolvidos e dos próprios oficiais. Ambas as partes foram encaminhadas ao Hospital Dona Darcy Vargas para a realização do laudo de lesões corporais e, posteriormente, conduzidas à Delegacia de Polícia Civil de Irati.
O caso segue agora sob os cuidados da polícia judiciária, que tomará as providências cabíveis quanto à violação da decisão judicial e ao crime de lesão corporal no âmbito da violência doméstica.