Nesta terça-feira, 8 de abril, foi realizado o julgamento de Hélio Aracheski, condenado a 19 anosm 9 meses e 15 dias de prisão pelo assassinato de Lucimari Ribeiro, ocorrido em outubro de 2023. O tribunal do júri aconteceu no fórum de São João do Triunfo e durou cerca de 14 horas.
Segundo o promotor que atuou no caso, Dr. Paulo Cesar Pinhata Iemma, as qualificadoras que aumentaram a pena foram: meio cruel, recurso que dificultou a defesa da vítima, motivo fútil, além do agravante pela ocultação de cadáver.
“Todas as qualificadoras que o Ministério Público havia solicitado foram reconhecidas pelos jurados. A pena foi reduzida, de certa forma, por conta da confissão, que é prevista em lei como atenuante, mas, ao meu ver, foi uma pena justa. Às vezes vemos penas mais altas, mas existem casos em que vários crimes são julgados no mesmo contexto. Neste caso, tratou-se de um homicídio com ocultação de cadáver”, explicou.
Ainda segundo o promotor, Hélio confessou o crime durante o julgamento. De acordo com o que foi apurado durante o processo, o motivo teria sido uma discussão que culminou na agressão e posterior ocultação do corpo. Segundo o laudo de necrópsia, a causa da morte de Lucimari foi afogamento. O promotor também confirmou que não houve nenhum abuso sexual constatado durante as investigações.
A RDX entrou em contato com o advogado da família de Lucimari, Dr. Cristiano Niz, que informou que os familiares não desejam se manifestar sobre o júri. A divulgação da foto da vítima não foi autorizada pela família.
Já o advogado de Hélio, Dr. Diorgenes Alves, afirmou que “a defesa vem, por meio desta, expressar a mais profunda solidariedade e respeito à família da vítima, e que entende e respeita a decisão soberana do Tribunal do Júri.”
Relembre o caso
O crime comoveu São Mateus do Sul e a região após o desaparecimento dos dois no dia 4 de outubro de 2023 e a divulgação de imagens de Hélio e Lucimari nas redes sociais de familiares em busca de seus paradeiros. Hélio trabalhava como pedreiro na casa da vítima que residia na Vila Prohamnn. A mulher era funcionária de uma clínica odontológica de São Mateus do Sul.
O veículo Uno de Hélio foi encontrado na região de Porto Feliz em São João do Triunfo na noite do dia 5 de outubro. Dentro do carro foi possível constatar a bolsa de Lucimari e os documentos de Hélio. No carro também havia indícios de sangue.
PCPR/Divulgação
Já Hélio, foi encontrado com vida na tarde do dia 6, a cerca de 8km do local onde o carro foi encontrado, na área rural de São João do Triunfo. Ele estava com um ferimento na região do pulso e havia saído de uma região de mata. Em um primeiro momento, Hélio disse aos policiais que não havia matado Lucimari, porém, ele mudou sua versão afirmando que assassinou a mulher e ocultou o cadáver em uma área de rio.
O corpo de Lucimari foi encontrado no dia 8 de outubro de 2023, no Rio Água Branca, na divisa de São João do Triunfo com São Mateus do Sul. Na época as buscas contaram com apoio da Polícia Militar, Polícia Civil, Corpo de Bombeiros e Grupo de Operações de Socorro Tático (GOST) com cães farejadores.
Uma ocorrência de injúria foi registrada na madrugada deste sábado (25) no município de Rio Azul.
De acordo com informações da Polícia Militar, por volta da 01 hora, a equipe do 2º Pelotão foi acionada para atender uma situação envolvendo desentendimento familiar na região central da cidade.
No local, em contato com o solicitante, o mesmo relatou que estava em sua residência quando se envolveu em uma discussão com o padrasto, situação que acabou evoluindo para ofensas verbais.
Após colher as informações, a equipe policial realizou buscas nas proximidades com o objetivo de localizar o autor das ofensas, porém ele não foi encontrado.
Diante dos fatos, foi lavrado o boletim de ocorrência e a vítima recebeu as devidas orientações quanto aos procedimentos legais cabíveis.
O caso poderá ser encaminhado para análise das autoridades competentes.
Informações: 8ª CIA PMPR-Colaboração: Repórter Kiko de Oliveira
Uma ocorrência de estelionato foi registrada no município de Irati, após uma mulher relatar ter sido vítima de golpe durante a compra de um eletrodoméstico pela internet por volta das 18h50min desta sexta-feira (24).
De acordo com o boletim da Polícia Militar, a vítima compareceu à sede da corporação informando que no dia anterior havia visualizado um anúncio na rede social Facebook referente à venda de um fogão quatro bocas, da marca Dako, na cor preta.
Interessada no produto, a mulher entrou em contato com a suposta vendedora por meio do WhatsApp, onde recebeu as informações sobre o valor e condições de pagamento. A negociação foi concluída mediante transferência via Pix, realizada em nome de uma terceira pessoa.
Após a confirmação do pagamento, a suposta vendedora indicou ainda um homem que seria responsável pela entrega do fogão. No entanto, logo após a transação, a vítima perdeu totalmente o contato com os envolvidos, levantando a suspeita de golpe.
Diante da situação, a mulher procurou a Polícia Militar para registrar a ocorrência e foi orientada quanto aos procedimentos legais, incluindo a continuidade do caso junto à Polícia Civil.
Casos como este reforçam o alerta das autoridades para que consumidores redobrem a atenção em compras realizadas pela internet, especialmente quando há exigência de pagamento antecipado e transferência para contas de terceiros.
Informações: 8ª CIA PMPR-Colaboração: Repórter Kiko de Oliveira
Uma ocorrência de violência doméstica mobilizou a Polícia Militar de Rio Azul na noite desta por volta das 23 horas dessa sexta-feira (24). A equipe foi acionada após uma mulher ser vista em estado de desespero na região central da cidade.
No local, os policiais entraram em contato com a vítima, que relatou ter sido agredida pelo marido enquanto estavam em uma lanchonete. Segundo o relato, o homem teria desferido tapas e socos contra a mulher.
Após as agressões, o casal seguiu em um veículo acompanhado de outras pessoas, momento em que a vítima decidiu descer do automóvel. O autor, no entanto, deixou o local, abandonando a mulher.
Enquanto a equipe policial prestava atendimento, o suspeito retornou ao local e foi abordado pelos policiais. Diante da situação, ambos foram encaminhados à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) para a realização de exame de lesões corporais.
Na sequência, as partes foram conduzidas à Delegacia de Polícia Civil de Irati para os procedimentos cabíveis. O caso segue sob apuração das autoridades competentes.
Informações: 8ª CIA PMPR-Colaboração: Repórter Kiko de Oliveira