Em decisão proferida na segunda-feira, 26 de maio de 2025, o juiz James Byron Weschenfelder Bordignon, da Vara da Fazenda Pública de Rebouças, concedeu liminar suspendendo os efeitos da Portaria nº 19/2025 da Câmara Municipal de Rio Azul, que instaurava uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar supostas irregularidades na aquisição de insumos automotivos pela Prefeitura.
A suspensão atendeu a mandado de segurança impetrado pelo prefeito Leandro Jasinski, que apontou falhas legais na instauração da CPI, entre elas a ausência de fato determinado, a falta de individualização de responsáveis, além de violações aos princípios do contraditório e da ampla defesa.
Para o magistrado, a denúncia se mostrou genérica, o que inviabilizaria a defesa adequada por parte da Prefeitura. “A generalização da denúncia torna impossível responder adequadamente a uma acusação genérica. A Constituição exige um fato determinado”, destacou o juiz.
A presidente da Câmara, Jussara Aparecida Moreira Martins, foi notificada para cumprir a decisão, e o Ministério Público também será ouvido no processo.
Prefeito Leandro Jasinski critica uso político da CPI: “Tentaram manchar minha imagem de forma covarde”
Em entrevista concedida ao programa Thalento Notícias, da Rádio Thallento FM, o prefeito Leandro Jasinski, celebrou a decisão judicial e se disse tranquilo quanto à legalidade dos contratos questionados. “Esse contrato já existe desde o início da minha gestão. Nossas contas foram aprovadas de 2021 a 2023 pelo Tribunal de Contas e pela própria Câmara”, afirmou.
Jasinski não poupou críticas à forma como a política vem sendo feita no município. “Essa CPI foi criada com o objetivo claro de tentar denegrir minha imagem e a maneira como venho administrando Rio Azul. Foi uma tentativa covarde de fazer política rasteira. Mas a população me conhece e sabe que tenho trabalhado com seriedade e compromisso com o povo rioazulense”, desabafou.
Foto: Arquivo Studio W
O prefeito ainda ironizou a situação comparando os ataques à sua gestão com o desenho animado Corrida Maluca, citando o personagem “Dick Vigarista”. “Ele nunca ganhava a corrida porque, ao invés de correr, ficava tentando trapacear. E é isso que está acontecendo aqui: ao invés de trabalhar, estão tentando nos derrubar com armadilhas políticas que não se sustentam”.
Gestão reconhecida por órgãos de controle
Leandro Jasinski também mencionou que, na semana anterior, a Prefeitura recebeu técnicos do Tribunal de Contas do Estado do Paraná (TCE-PR), que elogiaram a organização e os controles internos da administração. “Receber esse reconhecimento nos motiva a continuar nesse caminho. Desde 2021 estamos reorganizando a máquina pública para que ela funcione com mais eficiência e transparência”, ressaltou.
Transparência como pilar da administração
O prefeito reafirmou o compromisso com a transparência, informando que a Prefeitura está de portas abertas para qualquer cidadão ou vereador que deseje esclarecimentos. “Qualquer um pode acessar o Portal da Transparência de qualquer lugar do mundo. Não há o que esconder”, declarou.
A decisão judicial representa, segundo Jasinski, não apenas uma vitória pessoal, mas também uma defesa da boa política. “É possível governar com honestidade e fazer Rio Azul crescer. E é isso que estamos fazendo”, concluiu.
Fotos e Informação:
Clayton Burgath
PODER JUDICIÁRIO DO ESTADO DO PARANÁ – Comarca de Rebouças
Redação W Notícias
Fotos dos Autos do Processo expedido pelo Poder Judiciário Do Estado Do Paraná
Uma colisão envolvendo um Fiat Palio e uma motoneta Honda Biz no cruzamento das ruas Dário Bordin e Primeiro de Maio no centro de União da Vitória mobilizou equipes de socorro na tarde desta sexta-feira (24).
A condutora da motocicleta recebeu os primeiros atendimentos da equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) ainda no local. Em seguida, ela foi encaminhada a uma unidade hospitalar para avaliação médica.
A motorista do Fiat Palio não sofreu ferimentos, mas permaneceu no ponto da colisão para prestar assistência, visivelmente abalada com o ocorrido.
A Polícia Militar esteve presente para registrar a ocorrência e orientar o tráfego na região, que ficou parcialmente interditado durante o atendimento. As causas e a dinâmica do acidente serão apuradas pelas autoridades competentes.
A Polícia Militar atendeu uma ocorrência de descumprimento de medida protetiva de urgência na tarde desta quinta-feira, dia 23 de abril, no município de Rio Azul.
Conforme informações repassadas pela corporação, a equipe foi acionada por volta das 17h10 até a localidade de Braço do Potinga, onde uma mulher relatou estar sendo alvo de descumprimento de decisão judicial por parte do ex-marido.
Segundo a vítima, o casal está separado há cerca de 30 dias e, mesmo com a existência de medidas protetivas, o homem tem passado repetidamente em frente à residência. Somente nesta data, ele teria transitado pelo local por três vezes.
A mulher afirmou ainda temer por sua integridade física diante da situação.
Após o atendimento, a equipe policial realizou patrulhamentos nas proximidades, porém o suspeito não foi localizado. A solicitante recebeu orientações quanto aos procedimentos cabíveis.
O caso foi registrado e poderá ser encaminhado para as autoridades competentes para as providências legais.
Fonte: 8ª CIA – Colaboração Repórter Kiko de Oliveira
Um caso de dano em propriedade foi registrado pela Polícia Militar no município de Rio Azul.
De acordo com informações repassadas à corporação, por volta das 13h30 um morador compareceu ao destacamento policial para relatar que havia realizado, no dia 22 de abril, a medição de um terreno de herança na localidade de Porto Soares, com o auxílio de um agrimensor.
Segundo o relato, na ocasião foram instaladas marcações provisórias para delimitar as divisas entre propriedades confrontantes. No entanto, ao retornar ao local na manhã seguinte, o solicitante constatou que as marcações haviam sido arrancadas.
O morador informou não saber quem possa ter cometido a ação, mas acredita que o dano tenha ocorrido durante a madrugada.
Diante da situação, a Polícia Militar confeccionou o boletim de ocorrência e orientou o solicitante quanto aos procedimentos cabíveis. O caso poderá ser apurado posteriormente pelas autoridades competentes.
Fonte: 8ª CIA – Colaboração Repórter Kiko de Oliveira