Um ataque violento envolvendo um cão da raça pitbull resultou na morte de um cãozinho da raça shih-tzu e deixou um idoso ferido durante o almoço de Natal. O caso que ocorreu no bairro São Braz, Distrito de São Cristóvão, em União da Vitória gerou revolta e comoção entre familiares e moradores da região.
De acordo com a família, o pitbull pulou o muro de uma residência vizinha no momento do almoço natalino e atacou o animal de estimação da casa. O shih-tzu, chamado Spok, vivia há mais de nove anos com a família e morreu no local devido à gravidade dos ferimentos.
Ao tentar salvar o cãozinho, o senhor Vitul Polanski, de 81 anos, acabou sendo atacado e sofreu diversos ferimentos. O ataque só cessou após a intervenção de vizinhos, que correram para socorrer as vítimas.
A família relata indignação com a postura do dono do pitbull. Segundo eles, o tutor do animal agressor não tomou nenhuma medida para impedir o ataque e, além disso, teria ameaçado processar as vítimas, alegando que o pitbull teria sido maltratado no momento em que tentavam soltar o shih-tzu.
Ainda conforme o relato, foram feitas tentativas de contato com a polícia, mas não houve retorno imediato e nenhuma ocorrência foi registrada até o momento.
A filha do casal, Hilda Polanski, lamentou profundamente a tragédia e a violência do ataque. Emocionada, ela destacou que Spok vivia com um casal de idosos e era tratado com muito amor. “Foi uma perda muito dolorosa. Além da morte do nosso animalzinho, meu pai ficou ferido e o dono do pitbull sequer perguntou se ele estava bem”, afirmou, expressando revolta com a situação.
O caso reacende o debate sobre a responsabilidade dos tutores de cães de grande porte e a necessidade de cuidados e medidas de segurança para evitar ataques, especialmente em áreas residenciais.
Uma pessoa foi vítima de um golpe financeiro em Paulo Frontin após indivíduos se passarem por pessoas de sua confiança e por uma advogada ligada à família. O caso foi registrado pela Polícia Militar na tarde de sexta-feira (21), após a vítima comparecer ao destacamento policial para relatar o ocorrido.
Segundo o boletim de ocorrência, os golpistas informaram que o marido da vítima teria direito ao recebimento de aproximadamente R$ 50 mil referentes a uma ação judicial. Os criminosos alegaram que o valor já estaria liberado, mas que seria necessária uma movimentação bancária para que o dinheiro pudesse ser recebido.
Conforme o relato, os indivíduos afirmaram que a conta bancária do marido não poderia receber o suposto pagamento e, por isso, orientaram que fosse utilizada a conta da vítima. Na sequência, solicitaram a realização de um Pix no valor de R$ 1 mil, sob a justificativa de que a operação seria necessária para a posterior liberação do dinheiro.
Ainda de acordo com o registro policial, os golpistas teriam clonado o telefone da advogada do marido da vítima e passaram a se identificar como ela. Antes de realizar os pagamentos, a vítima entrou em contato pelo número utilizado pelos criminosos para confirmar se as informações eram verdadeiras.
A pessoa que atendeu a ligação confirmou que os procedimentos seriam legítimos. Posteriormente, porém, a vítima constatou que não estava conversando com a advogada, mas com os próprios golpistas, que estariam utilizando a identidade dela para dar credibilidade à fraude.
Mesmo após a orientação dos criminosos, foram realizados pagamentos que, segundo os comprovantes apresentados à polícia, incluíram um Pix de R$ 1 mil, um boleto também de R$ 1 mil e outro boleto no valor de R$ 999.
O prejuízo total relatado pela vítima foi de R$ 2.999.
Após o golpe, a vítima foi orientada pelas autoridades sobre os procedimentos judiciais e administrativos cabíveis. A polícia também recomendou a preservação dos comprovantes de pagamento, das conversas mantidas com os suspeitos, dos números telefônicos utilizados e de outros elementos que possam auxiliar na identificação dos envolvidos e na apuração dos fatos.
A ocorrência foi registrada e os materiais apresentados pela vítima deverão servir como elementos para a investigação do caso.
Um aparelho celular foi furtado na unidade de saúde do distrito de Dorizon, em Mallet. A ocorrência foi atendida pela equipe policial na tarde de sexta-feira (21), após a vítima perceber que havia perdido a posse do aparelho.
Segundo o boletim de ocorrência, a vítima compareceu à unidade de saúde para buscar medicação. Durante o atendimento, deixou o celular sobre uma mesa enquanto conferia a medicação que havia ido buscar.
Na sequência, a vítima deixou a unidade de saúde e seguiu até a agência dos Correios. Enquanto aguardava para ser atendida no local, percebeu que não estava mais de posse do aparelho celular.
Diante da situação, retornou à unidade de saúde para verificar se o aparelho havia sido deixado sobre a mesa ou em algum outro ponto do estabelecimento. No entanto, o celular não foi localizado.
Conforme o relato registrado na ocorrência, a vítima também tentou realizar o rastreamento do aparelho, mas não conseguiu obter a localização do dispositivo.
A vítima informou ainda que o celular armazenava diversos dados pessoais. Diante do desaparecimento do aparelho e da impossibilidade de localizá-lo por meio do rastreamento, a equipe policial foi acionada para registrar e atender a ocorrência.
Após o acionamento, os policiais realizaram os procedimentos pertinentes ao caso. A vítima recebeu orientações sobre as demais providências cabíveis relacionadas à ocorrência.
Um homem procurou o Destacamento da Polícia Militar de Rio Azul na tarde de sexta-feira (21) para registrar uma ocorrência de estelionato após receber mensagens de um indivíduo que se passou por um delegado de Santa Catarina.
Segundo o relato, as mensagens começaram a ser recebidas na quarta-feira (19). O suposto delegado teria solicitado uma quantia em dinheiro sob a justificativa de que o pagamento seria necessário para a realização de um acordo extrajudicial.
Ao perceber que poderia se tratar de um golpe, o homem procurou a Polícia Militar para registrar a situação. A equipe confeccionou o boletim de ocorrência e repassou as orientações necessárias à vítima.
O caso deverá ser apurado pelas autoridades competentes.