{"id":14955,"date":"2023-09-11T17:32:44","date_gmt":"2023-09-11T20:32:44","guid":{"rendered":"https:\/\/radiostudiow.com.br\/site\/?p=14955"},"modified":"2025-01-31T15:06:32","modified_gmt":"2025-01-31T18:06:32","slug":"dia-mundial-de-prevencao-ao-suicidio-saude-mental-de-jovens-preocupa","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/radiostudiow.com.br\/site\/2023\/09\/11\/dia-mundial-de-prevencao-ao-suicidio-saude-mental-de-jovens-preocupa\/","title":{"rendered":"Dia Mundial de Preven\u00e7\u00e3o ao Suic\u00eddio: sa\u00fade mental de jovens preocupa"},"content":{"rendered":"\n<p><strong><em>A Organiza\u00e7\u00e3o Mundial da Sa\u00fade (OMS) estima que, por ano, mais de 700 mil pessoas tirem a pr\u00f3pria vida em todo o mundo. Segundo a organiza\u00e7\u00e3o, o n\u00famero\u00a0pode chegar a 1\u00a0milh\u00e3o se forem considerados os casos n\u00e3o registrados. No Brasil, s\u00e3o aproximadamente 14 mil suic\u00eddios\u00a0todos os anos \u2014 uma m\u00e9dia de 38 pessoas por dia. Neste domingo (10), \u00e9 o Dia Mundial de Preven\u00e7\u00e3o ao Suic\u00eddio. Especialistas apontam que a\u00a0maioria dos casos \u00e9 relacionada a transtornos mentais, como depress\u00e3o, e alertam que esses problemas t\u00eam se manifestado\u00a0cada vez mais cedo.<\/em><\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/radiostudiow.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/SITE-MEDIO.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-12661\"\/><\/figure>\n\n\n\n<p>Segundo o psiquiatra Rodrigo Bressan, presidente do Instituto Ame Sua Mente, pesquisas indicam\u00a0que\u00a075% dos transtornos mentais do adulto come\u00e7am antes dos 24 anos. No caso dos adolescentes, metade tem in\u00edcio antes dos 14 anos.\u00a0<em>\u201cA gente acaba vendo o indiv\u00edduo que est\u00e1 deprimido com 20, com 30 anos, mas na verdade a doen\u00e7a, a maioria, come\u00e7ou muito mais cedo\u201d, diz.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Um dos problemas que t\u00eam se apresentado cada vez mais cedo \u00e9 a autoles\u00e3o. Um estudo\u00a0da Universidade Federal Fluminense (UFF), financiado pela Funda\u00e7\u00e3o de Amparo \u00e0 Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (Faperj), analisou casos de 61 alunos de 10 a 16 anos.\u00a0Al\u00e9m de mostrar que 83% dos casos parecem ocorrer por causa de conflitos familiares n\u00e3o resolvidos, revelou ainda que a maioria est\u00e1 associada \u00e0 depress\u00e3o.\u00a0<em>\u201cN\u00f3s encontramos um \u00edndice de correla\u00e7\u00e3o 65%\u201d<\/em>, afirma\u00a0o doutor em psicologia Antonio Augusto Pinto Junior, coordenador do Estudo sobre a Estrutura\u00e7\u00e3o do Ego e da Personalidade de Adolescentes que se Automutilam. Ele avalia ser necess\u00e1rio outra pesquisa justamente para compreender melhor essa associa\u00e7\u00e3o entre a depress\u00e3o e os quadros de autoles\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Esse tipo de comportamento, segundo Antonio Augusto, come\u00e7a a se apresentar cada vez mais cedo, por volta dos 10 anos. Foi o caso de Clara, filha de Gabriela (nome fict\u00edcio). A jovem come\u00e7ou a apresentar o comportamento por volta dos 10, 11 anos. <em>\u201cCome\u00e7ou a me chamar a aten\u00e7\u00e3o o uso de moletom, e foi a\u00ed que eu vi que ela estava se automutilando e fiquei muito preocupada . Ela apresentou ainda o comportamento de querer tirar a pr\u00f3pria vida, que tudo estava muito dif\u00edcil para ela, que as pessoas n\u00e3o a entendiam\u201d, <\/em>conta\u00a0Gabriela, que\u00a0encaminhou a filha para atendimento m\u00e9dico. O\u00a0diagn\u00f3stico foi depress\u00e3o. Hoje Clara tem acompanhamento, est\u00e1 medicada e vive feliz, segundo a m\u00e3e.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/radiostudiow.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2023\/04\/image-12.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-12488\"\/><\/figure>\n\n\n\n<p>Assim como Clara, quem se autolesiona costuma cobrir bra\u00e7os e pernas com roupas de mangas compridas como moletons. Mas\u00a0pode tamb\u00e9m utilizar outros artif\u00edcios, como pulseiras. Foi o caso de uma aluna de uma escola em Santos, em S\u00e3o Paulo, atendida pela psic\u00f3loga orientadora Helena Maria Fernandes Machado, que trabalha em unidades de ensino do litoral paulista. O fato foi descoberto por um colega da menina, como conta Helena. <em>\u201cEla se cortou na sala de aula, debaixo da carteira. Outro aluno viu\u00a0e veio conversar comigo. A menina usava esse artificio, de ter v\u00e1rias pulseiras no pulso.\u201c <\/em>Helena ressalta a import\u00e2ncia de alunos e professores terem treinamento em sa\u00fade mental para reconhecerem quem precisa de ajuda.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Segundo o estudo da UFF, as partes do corpo escolhidas para a autoles\u00e3o, na maior parte dos casos, s\u00e3o bra\u00e7os, m\u00e3os ou pulsos: 94,1%. Em 88,5% dos casos, s\u00e3o utilizados objetos cortantes, como gilete, apontador e estilete.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/radiostudiow.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2023\/09\/image-16.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-14956\"\/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Karen Scavacini diz que autoles\u00e3o \u00e9, em muitos casos, um pedido de ajuda\u00a0&#8211;\u00a0<strong>Karen Scavacini\/Arquivo pessoal<\/strong><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Para a psic\u00f3loga Karen Scavacini, do Instituto Vita Alere, de preven\u00e7\u00e3o do suic\u00eddio, na maioria das vezes, a autoles\u00e3o \u00e9 um pedido de ajuda. Segundo ela, existem alguns jovens que v\u00e3o experimentar esse comportamento por curiosidade, o que tamb\u00e9m exige aten\u00e7\u00e3o. Se isso acontecer repetidamente, o alerta tem que ser ligado.<\/p>\n\n\n\n<p>Nesse casos, diz ela,&nbsp;o jovem pode estar sofrendo&nbsp;<em>bullying<\/em>,<em>&nbsp;cyberbullying<\/em>, abuso f\u00edsico, sexual ou de subst\u00e2ncia. Karen Scavacini<strong>&nbsp;<\/strong>ressalta que o adolescente pode estar ainda com alguma quest\u00e3o psiqui\u00e1trica n\u00e3o identificada ou n\u00e3o tratada como altera\u00e7\u00e3o de humor, personalidade, alimentar, a pr\u00f3pria ansiedade, depress\u00e3o, ou mesmo quest\u00f5es relativas \u00e0&nbsp;sexualidade, vulnerabilidade social e a conflitos familiares.<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p>&#8220;O que a gente tem visto \u00e9 uma baixa toler\u00e2ncia \u00e0s frustra\u00e7\u00f5es. E a autoles\u00e3o \u00e9 vista como uma forma de al\u00edvio\u201d, explica a psic\u00f3loga.<\/p>\n<\/blockquote>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/radiostudiow.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2023\/08\/364006326_686744726826453_3740232185422345251_n-1024x390.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-14090\"\/><\/figure>\n\n\n\n<p>Rodrigo Bressan diz que, quando o sofrimento \u00e9 muito intenso, pode haver uma rela\u00e7\u00e3o entre\u00a0autoles\u00e3o e suic\u00eddio. Normalmente, esses casos est\u00e3o associados \u00e0 depress\u00e3o. \u201cAlgu\u00e9m que est\u00e1 fazendo autoles\u00e3o est\u00e1 em um sofrimento emocional muito grande. A gente tem que lembrar que\u00a090% dos casos est\u00e3o\u00a0associados a um diagn\u00f3stico psiqui\u00e1trico, em especial a depress\u00e3o, e o mais importante que a gente tem que tratar o que est\u00e1 por detr\u00e1s.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p>Mudan\u00e7a de comportamento, queda no rendimento escolar,\u00a0isolamento constante, no grupo de amizade,\u00a0aparecimento de corte, queimadura, machucado, uso de mangas longas mesmo no calor podem ser sinais.\u00a0<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Papel de pais e professores<\/h2>\n\n\n\n<p>Na maioria dos casos, quem diagnostica\u00a0ou identifica\u00a0a pr\u00e1tica da autoles\u00e3o \u00e9 o professor. <em>\u201cIsso sinaliza uma demanda de capacita\u00e7\u00e3o, de treinamento, de forma\u00e7\u00e3o dos professores, entendendo a escola como porta de entrada para a identifica\u00e7\u00e3o precoce de v\u00e1rias modalidades de sofrimento ps\u00edquico na inf\u00e2ncia e na adolesc\u00eancia\u201d, destaca Antonio Augusto.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Ricardo Oliveira tinha 19 anos quando sobreviveu a\u00a0duas tentativas de suic\u00eddio. Hoje, ele \u00e9 psic\u00f3logo e volunt\u00e1rio na Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Familiares, Amigos e Portadores de Transtornos Afetivos (Abrata).\u00a0Ricardo acredita que uma conversa sobre o assunto na juventude\u00a0poderia ter ajudado. <em>\u201cCom certeza a rela\u00e7\u00e3o com o tratamento seria diferente, at\u00e9 a vis\u00e3o porque tinha uma vis\u00e3o\u00a0com preconceito. Eu acho que [se tivesse] algu\u00e9m explicando e conversando, com certeza, as a\u00e7\u00f5es seriam ser diferentes\u201d, diz ele.<\/em><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/radiostudiow.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2023\/09\/image-17.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-14957\"\/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Rodrigo Bressan diz que, entre adolescentes, metade dos transtornos mentais come\u00e7a antes dos\u00a014 anos\u00a0&#8211;\u00a0<strong>Rodrigo Bressan\/Arquivo pessoal<\/strong><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Rodrigo Bressan diz que a conversa com o adolescente, em situa\u00e7\u00f5es como essas,&nbsp;\u00e9 sempre delicada. N\u00e3o se pode ter uma postura arrogante, nem com r\u00f3tulos. Tamb\u00e9m n\u00e3o se deve dizer que&nbsp;a pessoa est\u00e1 fazendo algo errado ou que \u00e9 \u201cmaluca\u201d.&nbsp;N\u00e3o se pode criar barreiras, mas, sim, mostrar a percep\u00e7\u00e3o de&nbsp;um comportamento diferente.<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p>\u201cVoc\u00ea d\u00e1 a autoria da conversa para o adolescente. Quando ele tem autoria, a chance de ele se abrir para conversar aumenta\u201d. Bressan avalia que \u201ctodo o coment\u00e1rio, mesmo que nas entrelinhas, de julgamento afasta o adolescente\u201d.<\/p>\n<\/blockquote>\n\n\n\n<p>Para Karen Scavacini, o\u00a0<a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/saude\/noticia\/2023-09\/campanha-conscientiza-sobre-prevencao-ao-suicidio\" target=\"_blank\">Setembro Amarelo<\/a>,\u00a0m\u00eas que marca a campanha de conscientiza\u00e7\u00e3o sobre preven\u00e7\u00e3o ao suic\u00eddio, \u00e9 uma oportunidade\u00a0para escolas e pais debaterem a quest\u00e3o da sa\u00fade mental. De acordo com a psic\u00f3loga, pode ser feita uma conversa em torno de um filme ou de uma s\u00e9rie. <em>\u201cCaso perceba que\u00a0esse jovem precisa\u00a0de ajuda, [o ideal \u00e9]\u00a0oferecer escuta, acolher\u201d, diz.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>O apoio psicol\u00f3gico \u00e0s crian\u00e7as e aos adolescentes nas escolas \u00e9 tamb\u00e9m uma das pautas priorit\u00e1rias nas a\u00e7\u00f5es desenvolvidas pelo Departamento de Sa\u00fade Mental, que foi criado nesta gest\u00e3o do Minist\u00e9rio da Sa\u00fade, segundo o psiquiatra Marcelo Kimati, assessor t\u00e9cnico da pasta, que ressalta a expans\u00e3o da rede de sa\u00fade mental no pa\u00eds: <em>\u201cDesobstruindo uma fila que estava obstru\u00edda ao longo do \u00faltimo ano no qual n\u00f3s n\u00e3o tivemos a habilita\u00e7\u00e3o de novos servi\u00e7os para crian\u00e7a e adolescente.\u201d<\/em><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/radiostudiow.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/76182-nacional-tela-de-tv-de-agencia-1-copa-do-mundo-fifa-de-futebol-feminino-1024x576.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-13331\" style=\"width:419px;height:236px\" width=\"419\" height=\"236\"\/><\/figure>\n\n\n\n<p>O Minist\u00e9rio da Sa\u00fade ampliou o or\u00e7amento da Rede de Aten\u00e7\u00e3o Psicossocial com investimento de mais de R$ 200 milh\u00f5es em 2023. Os recursos destinados a estados e Distrito Federal somam R$ 414 milh\u00f5es&nbsp;no per\u00edodo de um ano.<\/p>\n\n\n\n<p>Rodrigo Bressan tamb\u00e9m defende a parceria entre pais e a escola.<em> \u201dOs professores s\u00e3o um dos agentes que podem contribuir, e muito, para a preven\u00e7\u00e3o dos transtornos. L\u00f3gico que em contato com os pais.\u201d<\/em><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Onde obter ajuda<\/h2>\n\n\n\n<p>Para quem precisa de ajuda,&nbsp;o&nbsp;<em>site<\/em>&nbsp;<a href=\"http:\/\/mapasaudemental.com.br\/\" rel=\"noreferrer noopener\" target=\"_blank\">mapasaudemental.com.br<\/a>&nbsp;traz um mapeamento de locais, em todo o pa\u00eds, que oferecem atendimento em sa\u00fade mental.<\/p>\n\n\n\n<p>O Instituto Ame Sua Mente tem, por exemplo, o projeto B\u00fassola, para auxiliar os professores a lidar com problemas de sa\u00fade mental. O Vita Alere tamb\u00e9m oferece diversas atividades que incluem atendimentos, cursos, consultorias e palestras.<\/p>\n\n\n\n<p>O Centro de Valoriza\u00e7\u00e3o da Vida (CVV) atende pelo telefone 188 ou no&nbsp;<em>site<\/em>&nbsp;<a href=\"http:\/\/cvv.org.br\/\" rel=\"noreferrer noopener\" target=\"_blank\">cvv.org.br<\/a>.<\/p>\n\n\n\n<p>Em caso de necessidade, tamb\u00e9m \u00e9 poss\u00edvel conseguir ajuda em centros de Aten\u00e7\u00e3o Psicossocial (CAPs), unidades b\u00e1sicas de Sa\u00fade (UBSs), unidades de Pronto Atendimento (UPAs) e no&nbsp;Servi\u00e7o de Atendimento M\u00f3vel de Urg\u00eancia (Samu), que atende pelo n\u00famero 192.<\/p>\n\n\n\n<p>FONTE: PORTAL IRATI &#8211; PR<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Organiza\u00e7\u00e3o Mundial da Sa\u00fade (OMS) estima que, por ano, mais de 700 mil pessoas tirem a pr\u00f3pria vida em todo o mundo. Segundo a organiza\u00e7\u00e3o, o n\u00famero\u00a0pode chegar a 1\u00a0milh\u00e3o se forem considerados os casos n\u00e3o registrados. No Brasil, s\u00e3o aproximadamente 14 mil suic\u00eddios\u00a0todos os anos \u2014 uma m\u00e9dia de 38 pessoas por dia. 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