{"id":35629,"date":"2025-03-18T10:59:13","date_gmt":"2025-03-18T13:59:13","guid":{"rendered":"https:\/\/radiostudiow.com.br\/site\/?p=35629"},"modified":"2025-03-18T18:32:13","modified_gmt":"2025-03-18T21:32:13","slug":"embrapa-clona-araucaria-de-700-anos-de-cruz-machado","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/radiostudiow.com.br\/site\/2025\/03\/18\/embrapa-clona-araucaria-de-700-anos-de-cruz-machado\/","title":{"rendered":"Embrapa clona arauc\u00e1ria de 700 anos de Cruz Machado"},"content":{"rendered":"\n<p>Equipe da&nbsp;<a href=\"http:\/\/www.embrapa.br\/florestas\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Embrapa Florestas<\/a>&nbsp;(PR) conseguiu clonar uma arauc\u00e1ria (<em>Araucaria angustifolia<\/em>) de cerca de 700 anos que tombou durante um temporal no Paran\u00e1, um feito in\u00e9dito na pesquisa florestal brasileira.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>A \u00e1rvore, com 42 metros de altura, era considerada a maior do estado da esp\u00e9cie, que \u00e9 um s\u00edmbolo da paisagem local.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O projeto de resgate gen\u00e9tico resultou em mudas clonadas que foram plantadas em&nbsp;<strong>Cruz Machado<\/strong>, cidade onde a \u00e1rvore original estava.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"897\" height=\"204\" src=\"https:\/\/radiostudiow.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/01\/SITE-GRANDE2.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-32805\" srcset=\"https:\/\/radiostudiow.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/01\/SITE-GRANDE2.png 897w, https:\/\/radiostudiow.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/01\/SITE-GRANDE2-300x68.png 300w, https:\/\/radiostudiow.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/01\/SITE-GRANDE2-768x175.png 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 897px) 100vw, 897px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p>A clonagem de uma planta t\u00e3o antiga apresentou grandes desafios, pois a regenerabilidade de tecidos de \u00e1rvores idosas \u00e9 reduzida. No entanto, o pesquisador conseguiu produzir quatro mudas de tronco, preservando o DNA da \u00e1rvore original.<\/p>\n\n\n\n<p><em>\u201cResgatar uma arauc\u00e1ria t\u00e3o antiga e clon\u00e1-la com sucesso \u00e9 uma conquista cient\u00edfica\u201d, comemora o pesquisador da Embrapa&nbsp;<u><a href=\"https:\/\/www.embrapa.br\/equipe\/-\/empregado\/303033\/ivar-wendling\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Ivar Wendling<\/a><\/u>.<\/em><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"Arauc\u00e1ria Gigante de Cruz Machado - entrevista Ivar Wendling sobre desafio da clonagem\" width=\"740\" height=\"416\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/XLchi15e9Ws?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p>Por serem origin\u00e1rias de tecidos adultos, as mudas clonadas ir\u00e3o originar \u00e1rvores de porte menor mas que come\u00e7am a produzir pinh\u00e3o mais cedo do que uma \u00e1rvore convencional, o que pode beneficiar produtores rurais interessados no uso sustent\u00e1vel da esp\u00e9cie. O pinh\u00e3o, al\u00e9m de ser um alimento tradicional, tem valor comercial crescente e pode representar uma fonte de renda adicional para agricultores.<\/p>\n\n\n\n<p>No entanto, Wendling alerta que as mudas ainda s\u00e3o delicadas e requerem cuidados especiais nos primeiros anos de desenvolvimento, incluindo irriga\u00e7\u00e3o e controle de competidores naturais. \u201cA \u00e1rvore original sobreviveu por s\u00e9culos, mas essas mudas precisam de aten\u00e7\u00e3o para que possam crescer saud\u00e1veis e continuar esse legado\u201d, explica.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>A clonagem<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p>A t\u00e9cnica usada para esta clonagem foi a enxertia, que consiste em unir um fragmento da planta original a uma muda jovem. No caso da arauc\u00e1ria clonada, logo que a \u00e1rvore caiu foram coletados brotos, que foram ent\u00e3o enxertados em mudas j\u00e1 estabelecidas, garantindo que o novo indiv\u00edduo possua o mesmo material gen\u00e9tico da planta original. Esse processo permite a regenera\u00e7\u00e3o da \u00e1rvore a partir de suas pr\u00f3prias c\u00e9lulas, mantendo caracter\u00edsticas como resist\u00eancia e produtividade.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\" id=\"attachment_560253\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/static5.vvale.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/250318_ClonagemAraucaria_Katia_Pichelli_coleta-do-broto-720x513.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-560253\"\/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Brotos coletados (Embrapa)<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>O enxerto pode ser feito a partir de brotos do tronco ou do galho da \u00e1rvore, resultando em diferentes formatos de plantas.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>As mudas de tronco tendem a crescer como \u00e1rvores convencionais, enquanto as de galho originam as chamadas \u201cmini arauc\u00e1rias\u201d. Os dois tipos produzem pinh\u00f5es mais precocemente.<\/strong>&nbsp;Ap\u00f3s a enxertia, as mudas passam por um per\u00edodo de crescimento antes do plantio definitivo em campo.<\/p>\n\n\n\n<p>No caso de \u00e1rvores idosas, a clonagem \u00e9 mais dif\u00edcil devido \u00e0 baixa capacidade de regenera\u00e7\u00e3o dos tecidos mais velhos.&nbsp;<strong>Com o passar dos anos, as c\u00e9lulas das plantas, reduzem sua taxa de multiplica\u00e7\u00e3o e perdem parte de sua capacidade de originar novos indiv\u00edduos.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/radiostudiow.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/SITE-E-TV.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-35098\"\/><\/figure>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso, \u00e1rvores muito antigas possuem um sistema hormonal diferente do de plantas jovens, o que pode dificultar o crescimento dos enxertos e reduzir o sucesso da clonagem.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>No caso desta arauc\u00e1ria, com idade estimada em cerca de 700 anos, o pesquisador da Embrapa precisou realizar experimentos para identificar as condi\u00e7\u00f5es ideais de cultivo das mudas clonadas.<\/strong>&nbsp;O sucesso do procedimento representa um avan\u00e7o na tecnologia florestal, abrindo caminho para a conserva\u00e7\u00e3o gen\u00e9tica de outras \u00e1rvores centen\u00e1rias.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\" id=\"attachment_560254\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/static5.vvale.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/250318_ClonagemAraucaria_Katia_Pichelli_pesquisador-e-produtora-plantando-720x514.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-560254\"\/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Arauc\u00e1ria gigante de Cruz Machado \u2013 produtora Terezinha de Jesus Wrubleski<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>Clones plantados em locais simb\u00f3licos<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O plantio das mudas ocorreu em dois locais distintos. Uma delas foi levada de volta \u00e0 propriedade rural de Terezinha de Jesus Wrubleski, onde a arauc\u00e1ria original estava.<\/p>\n\n\n\n<p><em>\u201cFico muito feliz de poder ter essa nova \u00e1rvore aqui, como uma filha da antiga\u201d, comemora Wrubleski<\/em>&nbsp;(<strong>veja v\u00eddeo abaixo<\/strong>).<\/p>\n\n\n\n<p>Segundo ela, a antiga arauc\u00e1ria atra\u00eda visitantes interessados em sua impon\u00eancia, e a nova muda representa uma continua\u00e7\u00e3o dessa hist\u00f3ria.<\/p>\n\n\n\n<p><em>\u201cMinha fam\u00edlia j\u00e1 est\u00e1 h\u00e1 mais de 70 anos nessa propriedade e a arauc\u00e1ria era parte da nossa fam\u00edlia. Agora, poderemos mostrar a sua \u2018filha\u2019\u201d, conta.<\/em><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"Arauc\u00e1ria gigante de Cruz Machado - produtora rural\" width=\"740\" height=\"416\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/U3HucjHhQi8?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>Outra muda foi plantada no Col\u00e9gio Agr\u00edcola de Cruz Machado,<\/strong>&nbsp;em um evento com estudantes, professores e autoridades locais.<\/p>\n\n\n\n<p>A escolha do col\u00e9gio agr\u00edcola como local para receber a muda refor\u00e7a a import\u00e2ncia da educa\u00e7\u00e3o na conserva\u00e7\u00e3o da biodiversidade. Para o diretor da institui\u00e7\u00e3o, Anilton C\u00e9sar Michels, a presen\u00e7a da arauc\u00e1ria servir\u00e1 como ferramenta did\u00e1tica para os alunos.<\/p>\n\n\n\n<p><em>\u201cEsse \u00e9 um momento hist\u00f3rico para nossa escola e para a cidade\u201d, afirma.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Segundo o diretor pedag\u00f3gico da institui\u00e7\u00e3o<em>,<\/em>&nbsp;Anderson Kaziuk, o plantio incentivar\u00e1 os alunos a desenvolver o cultivo da arauc\u00e1ria em suas propriedades, consorciado com a erva-mate, diversificando a produ\u00e7\u00e3o e gerando renda para a agricultura familiar.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"598\" height=\"204\" src=\"https:\/\/radiostudiow.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/01\/SITE-MEDIO7.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-32801\" srcset=\"https:\/\/radiostudiow.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/01\/SITE-MEDIO7.png 598w, https:\/\/radiostudiow.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/01\/SITE-MEDIO7-300x102.png 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 598px) 100vw, 598px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p><em>\u201cE o processo de acompanhar o crescimento dessa arauc\u00e1ria vai ser \u00fanico, n\u00e3o \u00e9 mesmo?\u201d, complementa Kaziuk.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Para os estudantes, a oportunidade de acompanhar o crescimento de uma \u00e1rvore clonada \u00e9 uma experi\u00eancia \u00fanica.<\/p>\n\n\n\n<p><em>\u201cQuero voltar daqui a alguns anos para ver como ela est\u00e1 e quem sabe colher alguns pinh\u00f5es\u201d, diz o aluno Reginaldo Litka.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>A professora Ana Carolina Majolo refor\u00e7a que o aprendizado sobre a arauc\u00e1ria pode mudar a percep\u00e7\u00e3o dos alunos sobre o uso sustent\u00e1vel da floresta.<\/p>\n\n\n\n<p><em>\u201cAntes, muitos viam a \u00e1rvore como um empecilho. Agora, entendem que ela pode ser um recurso valioso\u201d, explica.<\/em><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\" id=\"attachment_560255\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/static5.vvale.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/250318_ClonagemAraucaria_Katia_Pichelli_pesquisador-apresentando-mudas-a-alunos-do-Colegio-Agricola-720x406.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-560255\"\/><figcaption class=\"wp-element-caption\"><em>Outra muda foi plantada no Col\u00e9gio Agr\u00edcola de Cruz Machado<\/em><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>A t\u00e9cnica de clonagem utilizada pelos cientistas permitiu a produ\u00e7\u00e3o de mudas a partir de brotos de tronco, garantindo que a nova gera\u00e7\u00e3o mantenha a gen\u00e9tica da \u00e1rvore original. Diferente das mudas geradas por sementes, que podem resultar em \u00e1rvores geneticamente variadas, as mudas clonadas preservam caracter\u00edsticas \u00fanicas da planta m\u00e3e, como por exemplo o &nbsp;formato dos pinh\u00f5es \u00e9poca de produ\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m do plantio das mudas, os estudantes do col\u00e9gio agr\u00edcola participaram de uma palestra sobre a import\u00e2ncia da arauc\u00e1ria na biodiversidade e seu potencial econ\u00f4mico para a agricultura familiar. A esp\u00e9cie, que j\u00e1 cobriu grandes extens\u00f5es do Sul do Pa\u00eds, hoje est\u00e1 amea\u00e7ada pela explora\u00e7\u00e3o descontrolada realizada no passado.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"897\" height=\"204\" src=\"https:\/\/radiostudiow.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/SITE-GRANDE5.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-35420\" srcset=\"https:\/\/radiostudiow.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/SITE-GRANDE5.png 897w, https:\/\/radiostudiow.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/SITE-GRANDE5-300x68.png 300w, https:\/\/radiostudiow.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/SITE-GRANDE5-768x175.png 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 897px) 100vw, 897px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p><em>\u201cPrecisamos encontrar formas de preservar a arauc\u00e1ria e, ao mesmo tempo, torn\u00e1-la economicamente vi\u00e1vel para os produtores\u201d, ressalta Wendling.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>O prefeito de Cruz Machado, Carlos Novak, refor\u00e7a o valor simb\u00f3lico do projeto:<em>&nbsp;\u201cEssa \u00e1rvore faz parte da hist\u00f3ria do nosso munic\u00edpio. Hoje, aprendemos a conserv\u00e1-la e a us\u00e1-la de forma sustent\u00e1vel\u201d.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>O secret\u00e1rio de Agricultura da cidade, Daniel Waligura, complementa:&nbsp;<em>\u201cA madeira da arauc\u00e1ria j\u00e1 foi usada para construir casas, mas agora ela tamb\u00e9m pode ser um ativo econ\u00f4mico vivo\u201d.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>O projeto tamb\u00e9m prev\u00ea a doa\u00e7\u00e3o de uma das mudas clonadas para o Governo do Estado do Paran\u00e1 e a preserva\u00e7\u00e3o de outra na cole\u00e7\u00e3o gen\u00e9tica de arauc\u00e1ria da Embrapa Florestas, garantindo a continuidade das pesquisas sobre a esp\u00e9cie.<\/p>\n\n\n\n<p><em>\u201cEssa \u00e1rvore tem um DNA \u00fanico e precisamos estudar o que a tornou t\u00e3o resistente\u201d, conclui Wendling.<\/em><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\" id=\"attachment_560256\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/static5.vvale.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/250318_ClonagemAraucaria_Katia_Pichelli_grupo-720x406.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-560256\"\/><figcaption class=\"wp-element-caption\"><em>\u201cQuero voltar daqui a alguns anos para ver como ela est\u00e1 e quem sabe colher alguns pinh\u00f5es\u201d, diz o aluno Reginaldo Litka<\/em><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p><em><strong>Fonte: <a href=\"https:\/\/www.vvale.com.br\/\">V.Vvale.com.br<\/a><\/strong><\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Equipe da&nbsp;Embrapa Florestas&nbsp;(PR) conseguiu clonar uma arauc\u00e1ria (Araucaria angustifolia) de cerca de 700 anos que tombou durante um temporal no Paran\u00e1, um feito in\u00e9dito na pesquisa florestal brasileira. 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