As Prefeituras de Inácio Martins, de Rio Azul e Irati vão implantar o uso de pulseiras em pacientes positivados ou com suspeita da Covid-19. A ação faz parte das estratégias dos municípios no combate à pandemia.
A medida consiste no uso de pulseiras por parte dos pacientes, seja ele suspeito ou confirmado da Covid-19, para monitorar os casos e, se houver descumprimento, poderão ser denunciados e haverá multa.
Esta é uma maneira de restringir as pessoas de saírem e, se saírem e foram identificadas usando as pulseiras, serão denunciadas a Vigilância Sanitária ou a Polícia Militar e terão consequências”, disse o prefeito de Inácio Martins, Junior Benato.
No município mais alto do Paraná, serão dois tipos de pulseiras, laranja e lilás. A primeira será colocada quando o paciente fizer o teste, em que é considerado um caso suspeito da doença, e ficará em quarentena até sair o resultado. A segunda será quando o paciente confirmou para Covid-19 e deve cumprir o isolamento. O comércio também fará a fiscalização para entrar nos estabelecimentos.
Já em Rio Azul, a cor das pulseiras será amarela em casos suspeitos e vermelha para os pacientes positivados. A colocação será feita pela equipe da Unidade Sentinela. ”A ideia é controlar para que as pessoas permaneçam em casa e cumpram o isolamento, o que foi determinado pela Saúde, e serão monitoradas. Infelizmente, temos pessoas que descumpriram o isolamento e saem de casa. Esta é mais uma ação para tentar conter o vírus, e manter essas pessoas isoladas”, destaca o prefeito de Rio Azul, Leandro Jasinski.
Irati adotará apenas a pulseira vermelha, tanto para casos suspeitos quanto para casos positivos. A ideia inicial é que a colocação e retirada seja feita pela Secretaria de Saúde. As farmácias também deverão informar ao paciente para que compareça a Secretaria para colocar a pulseira.
Esta é mais uma ação para tentar conter o vírus, e manter as pessoas isoladas”
O prefeito de Irati, Jorge Derbli, comentou sobre esta nova estratégia do município. “Esta ação se faz necessária para manter as pessoas em isolamento social. Esta é mais uma ferramenta. A pulseira vermelha será mais uma forma de identificação e fiscalização do cumprimento desta medida”, disse.
A pulseira só poderá ser retirada com autorização médica, e haverá multa no descumprimento. O valor varia em cada município. Em Inácio Martins, é de cerca de R$ 300, se houver reincidência, será cobrado o dobro do valor. Já em Rio Azul o valor é mais alto, cerca de R$ 500, se houver reincidência será cobrado R$ 1000. O valor da multa em Irati será de 50 URM.
O projeto de Lei foi enviado pelo Executivo de cada município à Câmara de Vereadores. Em Rio Azul já foi aprovado. Inácio Martins terá uma segunda votação e, em Irati, será enviado na sexta-feira (28).
PROPOSTA NA CÂMARA
Em Rio Azul, os vereadores convocaram uma sessão extraordinária e foi aprovado o projeto em votação única, por 7 a 1. O presidente, Sergio Mazur, comentou sobre a proposta do Executivo. “A importância desse projeto é coibir a circulação de pessoas que aguardam o resultado do teste da Covid, e das que positivaram e estão andando nas ruas. Nós tentamos que tentar todas as maneiras para que possamos diminuir tudo que acontece no município e na região”. Agora, a proposta segue para sanção do prefeito Leandro Jasinski, para a produção das pulseiras.
A proposta de Lei em Inácio Martins foi aprovada, por unanimidade, na Câmara de Vereadores na primeira votação, que aconteceu em sessão extraordinária nesta quinta-feira (27). O presidente da Casa, Edmundo Vier (Dimas), informou que a segunda votação acontece na próxima sessão, segunda (31). Ele comenta sobre o projeto. “É de extrema importância esse projeto neste momento agravado, não só aqui, mas em todos os municípios da região. Tenho plena certeza que todos os vereadores estão em concordância. A pulseira é a melhor forma, neste momento, de monitorar, porque fica livre. Nós precisamos tomar sempre precaução, é o momento de fazer alguma coisa para diminuir os casos”, destaca.
Cerca de 35,2 milhões de aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) terão o valor do 13º salário antecipado nos meses de abril e maio deste ano, conforme Decreto nº 12.884, assinado pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva.
A antecipação transferirá aos beneficiários cerca de R$ 39 bilhões como pagamento da primeira parcela (abril) e cerca de R$ 39 bilhões com a segunda parcela (maio), totalizando R$ 78,2 bilhões.
O calendário de pagamento da primeira parcela vai de 24 de abril até 8 de maio. A segunda metade do 13º será paga de 25 de maio a 8 de junho. A data de pagamento leva em conta o número final do cartão de benefício, sem considerar o último dígito verificador, que aparece depois do traço.
Terão direito à antecipação do 13º quem recebeu, em 2026, benefício por incapacidade temporária, auxílio-acidente, aposentadoria, salário-maternidade, pensão por morte ou auxílio-reclusão.
Dados da folha de pagamento de fevereiro apontam que 23,3 milhões de benefícios – cerca de 66,2% do total dos benefícios do INSS – têm valor de até um salário mínimo (R$ 1.621). Outros 11,9 milhões de benefícios têm valor superior ao piso nacional. Desse total, 13,7 mil são iguais ao teto da Previdência Social (R$ 8.475,55).
Quem não recebe 13º no INSS
Não recebem 13º salário pessoas contempladas pelo Benefício de Prestação Continuada (BPC), pago a idosos com mais de 65 anos e pessoas com deficiência – desde que comprovem baixa renda – e beneficiários de Renda Mensal Vitalícia.
De acordo com o Decreto 3028 (art. 120), o pagamento do abono é feito nos meses de agosto e novembro. A antecipação do benefício alcança todos os estados brasileiros e representa uma injeção significativa de recursos na economia dos municípios.
A Polícia Civil do Paraná (PCPR), por meio da 10ª Delegacia Regional de Polícia de Mallet, divulgou uma nota à imprensa nesta terça-feira (31), alertando para a crescente preocupação com o aumento de casos de estelionato na comarca, que também abrange o município de Paulo Frontin.
De acordo com o Delegado Dr. Thiers Andregotti, a preocupação se intensifica diante de ocorrências recentes envolvendo fraudes na comercialização de veículos, especialmente por meio de redes sociais e plataformas de classificados.
Um dos casos investigados envolve um homem que foi conduzido à delegacia para prestar esclarecimentos sobre a venda de um veículo VW/Gol, popularmente conhecido como “pizeira”, que possuía bloqueio judicial e vinha sendo anunciado na região. Segundo a PCPR, o investigado já havia sido intimado a comparecer espontaneamente e apresentar o automóvel, porém o veículo foi ocultado, o que exigiu diligências policiais para sua localização.
O carro acabou sendo apreendido e retirado de circulação, com o objetivo de preservar as investigações e evitar que o bem continuasse sendo comercializado de forma irregular. Durante o procedimento, o homem confessou a prática do ilícito, fato que agora será analisado em conjunto com outros elementos já coletados.
Conforme destacou o delegado Thiers Andregotti, práticas como a venda, intermediação ou até mesmo o anúncio de veículos com restrições judiciais, pendências financeiras, origem ilícita ou informações omitidas podem configurar diferentes crimes, entre eles estelionato, receptação, fraude no comércio e até adulteração de sinal identificador de veículo automotor.
O delegado reforçou que a responsabilização penal não depende apenas da concretização da venda, podendo ocorrer também em casos de tentativa de negociação ou anúncio enganoso. As penas, conforme o enquadramento jurídico, podem variar de detenção a até oito anos de reclusão, além de multa.
Foto: Arquivo da Studio W
Diante do cenário, Dr. Thiers Andregotti faz um alerta à população da comarca de Mallet, incluindo moradores de Paulo Frontin, para que redobrem a atenção ao adquirir veículos, principalmente quando ofertados por preços muito abaixo do mercado ou com inconsistências na documentação e procedência.
A Polícia Civil segue com as investigações para apurar completamente o caso, incluindo a origem do veículo e a possível participação de outras pessoas no esquema.
Acompanhe na íntegra as informações da Nota enviada à Imprensa
Informações e foto: 10ª DRP de Mallet – Redação Studio W
Poucos dias após escapar ileso de um dos acidentes mais graves do ano no litoral catarinense, um motorista de caminhão perdeu a vida em uma nova colisão, desta vez no estado de São Paulo.
O homem era o condutor de um dos veículos envolvidos no engavetamento que vitimou três pessoas da mesma família na BR-101, em Itajaí, no último dia 18 de março.
O Sobrevivente da BR-101
No acidente em Santa Catarina, que gerou grande comoção nacional, o motorista não havia sofrido ferimentos graves e foi liberado pelas equipes de socorro ainda no local. Enquanto a Polícia Civil de Itajaí seguia com as investigações para apurar as causas daquela tragédia, o caminhoneiro retornou à sua rotina de trabalho.
A Nova Colisão na BR-116
O novo e fatal acidente aconteceu na manhã desta semana, na BR-116, em território paulista. Segundo relatos de colegas de trabalho, o motorista cumpria uma nova rota quando colidiu violentamente contra a traseira de uma carreta que estava parada no acostamento da rodovia.
O impacto foi extremamente severo. O caminhoneiro chegou a ser resgatado com vida e encaminhado a uma unidade hospitalar da região, mas, devido à gravidade das lesões, não resistiu e teve o óbito confirmado pela Polícia Rodoviária Federal (PRF).
Comoção entre Colegas
A notícia da morte pegou amigos e companheiros de estrada de surpresa. Nas redes sociais e em grupos de caminhoneiros, o clima é de profunda tristeza e incredulidade. “Ele tinha acabado de nascer de novo naquele acidente da 101, é difícil acreditar que o destino o levou tão rápido agora”, relatou um colega de profissão à reportagem.
As circunstâncias exatas desta nova colisão na BR-116 ainda serão periciadas pelas autoridades de São Paulo.
Relembre o caso de Itajaí
O engavetamento na BR-101, ocorrido no dia 18 de março, envolveu múltiplos veículos e resultou na morte de um casal e seu filho. O caminhoneiro agora falecido era peça-chave nas investigações que tentam entender a dinâmica daquela colisão. Com sua morte, o processo investigativo em Santa Catarina deve sofrer novos desdobramentos jurídicos.