Programa A União Faz a Vida (PUFV) propõe um modelo de educação ativo e integral para crianças e adolescentes, além de conectar alunos, escolas e comunidades.
Oferecer uma forma diferente de aprender, baseada nos conceitos de colaboração e cidadania. Com essa motivação, a Sicredi Centro Sul PR/SC/RJ realiza o Programa A União Faz a Vida (PUFV) em 7 municípios da área de atuação. A iniciativa atua na educação integral de crianças e adolescentes, ajudando a despertar a essência do cooperativismo e contribuindo para formar uma sociedade mais colaborativa, ética e empreendedora.
O sucesso do projeto está aliado ao engajamento de vários atores, como educadores, alunos e gestores das escolas envolvidas. Em sala de aula, tudo começa com uma pergunta formulada pelos alunos com auxílio dos professores. Com as questões em mente, os alunos saem da sala de aula para realizar a expedição investigativa. É a oportunidade de observar, conhecer a comunidade, interagir e promover a troca de experiências. Com esse método exploratório são desenvolvidos projetos integrados com as disciplinas escolares, despertando nos estudantes um olhar colaborativo para a realidade.
A Escola Municipal Romão Paul, em Mallet, no interior do Paraná, é um exemplo de como o PUFV tem contribuído para a aprendizagem dos alunos. A partir do projeto e de uma pergunta sobre como funciona o processo de fruticultura na região, foi desenvolvido o Fruticultura Malletense, uma “expedição investigativa” em uma propriedade rural que cultiva o kiwi. Uma aprendizagem ativa que integrou alunos, professores e a comunidade com observação sobre o cultivo e a colheita de uma das principais frutas produzidas na região. “Por meio do programa foi possível aprimorar a metodologia, de forma a aproximar o aluno ao objeto de aprendizagem. Além de inúmeros cursos e capacitações oferecidos pelo programa, as oportunidades de visibilidade do trabalho pedagógico foram bastante ampliadas”, afirma a professora Roziane Belinski.
A assessora de Desenvolvimento do Cooperativismo da Sicredi Centro Sul PR/SC/RJ, Maria Gisele Pontarollo, também destaca a importância da parceria da cooperativa com as comunidades e as escolas para construir uma sociedade mais próspera. “Poder acompanhar de perto, estar junto e andar lado a lado, nos confirma que na sociedade precisamos um do outro para vivermos e aprendermos todos dias e nesse programa contamos muito com o protagonismo dos participantes e apoio da rede de compromisso e do voluntariado de pessoas que compartilham seus saberes e experiências, enfim, é um trabalho feito a muitas mãos”, comenta.
Além da escola em Mallet, o Programa A União Faz a Vida é realizado pela nossa cooperativa em mais 16 escolas parceiras, e nacionalmente é desenvolvido pelo Sicredi em mais de 2,6 mil escolas de mais de 475 municípios de 12 estados. O programa envolve mais de 150 mil educadores, impactando positivamente a vida de mais de 3 milhões de alunos em todo o país em todo o Brasil.
Sobre o Sicredi O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 5 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 25 estados* e no Distrito Federal, com mais de 2.000 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br)
Um aparelho celular foi furtado na unidade de saúde do distrito de Dorizon, em Mallet. A ocorrência foi atendida pela equipe policial na tarde de sexta-feira (21), após a vítima perceber que havia perdido a posse do aparelho.
Segundo o boletim de ocorrência, a vítima compareceu à unidade de saúde para buscar medicação. Durante o atendimento, deixou o celular sobre uma mesa enquanto conferia a medicação que havia ido buscar.
Na sequência, a vítima deixou a unidade de saúde e seguiu até a agência dos Correios. Enquanto aguardava para ser atendida no local, percebeu que não estava mais de posse do aparelho celular.
Diante da situação, retornou à unidade de saúde para verificar se o aparelho havia sido deixado sobre a mesa ou em algum outro ponto do estabelecimento. No entanto, o celular não foi localizado.
Conforme o relato registrado na ocorrência, a vítima também tentou realizar o rastreamento do aparelho, mas não conseguiu obter a localização do dispositivo.
A vítima informou ainda que o celular armazenava diversos dados pessoais. Diante do desaparecimento do aparelho e da impossibilidade de localizá-lo por meio do rastreamento, a equipe policial foi acionada para registrar e atender a ocorrência.
Após o acionamento, os policiais realizaram os procedimentos pertinentes ao caso. A vítima recebeu orientações sobre as demais providências cabíveis relacionadas à ocorrência.
Uma trajetória marcada por dedicação aos estudos, incentivo da família e muita perseverança levará a jovem Micheli Baiak, moradora da comunidade de Serra do Tigre, em Mallet, a viver uma das maiores experiências de sua vida. A estudante do Colégio Monsenhor Pedro Busko – Casa Familiar Rural, de Paulo Frontin, embarca amanhã domingo, 23 de agosto, para a Irlanda, onde participará do Programa Ganhando o Mundo, iniciativa do Governo do Estado do Paraná que oferece intercâmbio internacional a alunos da rede pública.
A reportagem do Jornal W Notícias conversou com Micheli, que contou como começou a construir esse sonho ainda quando cursava o 9º ano na Escola do Campo Fernando Moreira. Segundo ela, foi a diretora da escola quem apresentou o programa e a incentivou a buscar essa oportunidade.
“Ela acreditava no meu potencial e disse que eu deveria me preparar para participar. A partir daquele momento, me dediquei ainda mais aos estudos, principalmente no 9º ano e no primeiro trimestre do Ensino Médio”, relembra.
O esforço foi recompensado em julho de 2025, quando recebeu a notícia de que havia sido selecionada. A confirmação veio por meio de seus professores, que fizeram questão de compartilhar o resultado.
“A felicidade foi enorme. Fiquei muito emocionada quando soube que havia sido aprovada”, conta.
A conquista também emocionou toda a família. Filha de Josemar e Lucilene Baiak, Micheli afirma que o intercâmbio representa um sonho coletivo.
“Minha mãe sempre sonhou em me ver vivendo uma experiência como essa. Meu pai também sempre me incentivou a estudar e buscar um futuro melhor. Quando contei a eles que havia sido selecionada, ficaram muito felizes.”
Ainda em novembro do ano passado, a estudante participou, em Curitiba, do Encontrão do Programa Ganhando o Mundo, que reuniu os intercambistas escolhidos em todo o Paraná. Pouco antes do evento, recebeu outra grande notícia: seu destino seria a Irlanda.
“Eu sempre tive vontade de conhecer a Europa. Quando descobri que iria para a Irlanda, fiquei muito feliz.”
Desde então, Micheli intensificou sua preparação para a viagem. Além dos estudos regulares, realizou aulas de inglês na FISK, em Irati, e também utilizou a plataforma Inglês Paraná Professor, disponibilizada gratuitamente pelo Governo do Estado. Durante esse período, providenciou ainda toda a documentação necessária, incluindo o passaporte, com os custos custeados pelo programa.
A jovem já conhece detalhes sobre sua nova rotina. Ela ficará hospedada com uma host family na cidade de Portlaoise, no condado de Laois, onde também frequentará a escola durante o período de intercâmbio.
“Já vi muitas fotos da cidade e estou muito ansiosa para conhecê-la pessoalmente.”
Apesar da expectativa positiva, Micheli reconhece que o desafio será grande.
“Sei que será difícil ficar longe da minha família e me adaptar a uma nova rotina, mas acredito que essa experiência vai me fazer crescer muito, tanto nos estudos quanto como pessoa. Quero aproveitar cada oportunidade, conhecer novas pessoas, aprender bastante e voltar ao Brasil com muito conhecimento e uma visão de mundo ainda maior.”
Ao encerrar a entrevista ao Jornal W Notícias, Micheli fez questão de agradecer às pessoas que fizeram parte dessa caminhada.
“Sou muito grata por essa oportunidade e por todos que acreditaram em mim desde o começo.”
Com apenas alguns dias para o embarque, a estudante leva na bagagem não apenas roupas e documentos, mas também os sonhos de uma família e o orgulho de representar Mallet em uma experiência internacional que promete marcar sua vida para sempre.
A Polícia Civil do Paraná (PCPR), por meio da 10ª Delegacia Regional de Polícia de Mallet, prendeu preventivamente, na quarta-feira (19), uma jovem de 19 anos investigada pelos crimes de coação no curso do processo e ameaça. A ação faz parte dos desdobramentos da investigação que apura a morte do idoso Zenovio Vasko, vítima de um atropelamento registrado em 19 de julho de 2026.
De acordo com a Polícia Civil, durante o andamento das investigações surgiram indícios de que pessoas ligadas aos investigados estariam intimidando uma testemunha presencial do caso, com o objetivo de impedir que ela revelasse às autoridades o que realmente aconteceu no dia do acidente.
Segundo o delegado Dr. Thiers Andregotti, responsável pela investigação, a jovem presa já era investigada por ter ameaçado uma das principais testemunhas do caso. Conforme a apuração, ela teria afirmado que “quebraria sua outra perna” caso a testemunha contasse a verdade à polícia. A ameaça, de acordo com a investigação, tinha como finalidade influenciar o depoimento e favorecer pessoas investigadas pelo atropelamento.
As intimidações, no entanto, não cessaram após a realização de uma operação policial que resultou na prisão de outros quatro investigados. Conforme a PCPR, a mulher também teria publicado em um perfil aberto no Facebook um comentário direcionado à testemunha, dizendo: “uma hora a casa cai, vc não vai sair ilesa dessa!”.
O conteúdo foi documentado pela equipe de investigação e passou a ser apurado também como um novo crime de ameaça.
Ao decretar a prisão preventiva, o Poder Judiciário destacou que as ameaças ocorreram em mais de uma ocasião e continuaram mesmo após a atuação da Polícia Civil e a prisão de outros envolvidos, evidenciando risco concreto à produção das provas e à liberdade da testemunha para prestar seu depoimento.
Ainda segundo as investigações, referências a pessoas supostamente ligadas ao tráfico de drogas na região também teriam sido utilizadas como forma de intimidar a testemunha e aumentar o temor de possíveis represálias.
A Polícia Civil informou que as investigações sobre o caso seguem em andamento para esclarecer todas as circunstâncias relacionadas ao atropelamento que vitimou Zenovio Vasko, bem como para identificar a eventual participação de outras pessoas nos crimes investigados.
Assista a entrevista com o Delegado da 10ª DRP de Mallet, Dr. Thiers Andregotti:
VEJA NA INTEGRA A NOTA EMITIDA PELA 10ª DRP DE MALLET