Levando os serviços a quem mais precisa, a Polícia Civil do Paraná (PCPR) promoveu 150 edições do programa PCPR na Comunidade em 2024, abrangendo 72 municípios paranaenses. Ao todo, mais de 142 mil pessoas foram impactadas pelas ações, um aumento de 93% no número de atendidos em relação a 2023. O crescimento também se refletiu no número de edições, que teve alta de 44%, saltando de 111 eventos em 2023 para 160 neste ano.
O PCPR na Comunidade foi pensado como uma forma de promover direitos e cidadania à população paranaense. Por isso, desde sua criação, em 2022, o programa disponibiliza a confecção da Carteira Nacional de Identidade (CIN), que é um dos serviços mais procurados. Em 2024, foram emitidos mais de 42,8 mil documentos durante as edições do programa, um aumento de 62% em relação ao ano anterior, quando cerca de 26 mil foram confeccionados.
Além disso, o programa promoveu 226 palestras ministradas por delegados e agentes de polícia judiciária em escolas, faculdades, associações, hospitais e empresas. As palestras abordaram temas como violência doméstica, bullying, prevenção contra golpes e combate à exploração sexual infantil, ampliando o alcance educativo e preventivo da instituição.
“O PCPR na Comunidade tem transformado a relação entre a Polícia Civil e a sociedade, promovendo cidadania, confiança e acesso a serviços essenciais”, destaca o delegado-geral Silvio Jacob Rockembach. “Ao levar atendimento humanizado para mais de 142 mil pessoas em todo o Estado, estamos não apenas cumprindo nossa missão, mas também fortalecendo os laços com a população e contribuindo diretamente para a construção de comunidades mais seguras e conscientes”.
Durante os eventos, a população tem acesso facilitado a serviços essenciais de polícia judiciária, como o registro de boletins de ocorrência e a emissão de atestados de antecedentes criminais. Com a presença dos próprios policiais civis, o atendimento ganha um caráter mais pessoal, oferecendo orientações diretas e estreitando o contato entre a instituição e os cidadãos, incluindo adultos e crianças.
“O crescimento do programa em 2024 é resultado de um esforço coletivo da Polícia Civil do Paraná. O PCPR na Comunidade reforça nosso compromisso em oferecer um atendimento humanizado e eficiente a população. São levados serviços essenciais e promovida cidadania em cada município atendido”, ressalta João Mário Goes, coordenador do programa.
Mario Henrique da Silva participou de um dos eventos do programa e ressaltou que a interação entre a instituição e a comunidade fortalece os laços. “Acho muito boa a participação da Polícia Civil em eventos sociais, especialmente na interação com as crianças e na demonstração do trabalho que realizam. Mostrar essa proximidade com a comunidade é muito importante, desmistificando a visão estigmatizada das forças de segurança e aproximando a população dos serviços oferecidos”, afirma.
FORMA DIDÁTICA – Uma das inovações são as atividades lúdicas para as crianças. Por meio de jogos, brincadeiras e oficinas, as crianças aprendem de forma envolvente sobre temas como prevenção ao uso de drogas, combate ao bullying e respeito às leis. Essas ações educativas não só conscientizam, mas também criam um ambiente acolhedor, promovendo o fortalecimento dos vínculos entre as gerações mais jovens e a segurança pública.
Além disso, o público tem a oportunidade de conhecer o trabalho da polícia, com demonstrações de perícia papiloscópica. Este processo, que utiliza impressões digitais para identificar pessoas, é apresentado de forma didática, mostrando a importância dessa área na resolução de crimes. Outras exposições, como de materiais táticos, bélicos e viaturas, também são realizadas, proporcionando maior transparência sobre o funcionamento da polícia e ampliando o entendimento da população sobre o combate ao crime.
O programa adapta as ações de acordo com as demandas específicas de cada região. Nas ilhas do Litoral, por exemplo, as carteiras de identidades confeccionadas são entregues diretamente aos moradores, evitando o deslocamento até o continente. Essa estratégia personalizada reforça o compromisso da Polícia Civil em oferecer serviços de maneira eficiente e acessível.
O PCPR na Comunidade foi criado como parte do Plano Estratégico da instituição, implantado em 2019. A iniciativa reflete os objetivos da gestão atual, que busca aproximar a Polícia Civil da sociedade e promover ações que funcionem como uma ponte para assegurar os direitos dos cidadãos paranaenses.
Após nove dias de trabalho intenso, marcado por dedicação, coragem e empenho ininterrupto, o Corpo de Bombeiros Militar do Paraná anunciou o encerramento oficial das buscas pela idosa Emília Tomkelski Ansolin, de 72 anos, desaparecida desde o dia 15 de janeiro em sua propriedade na Colônia Dulcio, no município de Mallet.
A informação foi confirmada nesta sexta-feira, 23 de janeiro, durante entrevista concedida ao Jornal W Notícias, nos estúdios da Studio W TV, pelo 1º Sargento Pacholok, do Corpo de Bombeiros de Irati e responsável pelos Brigadistas Comunitários de Mallet.
Segundo o sargento, todos os recursos humanos e tecnológicos disponibilizados pelo Estado foram empregados nas buscas, que envolveram equipes de diferentes regiões do Paraná, incluindo Irati, Guarapuava e Curitiba, além do apoio fundamental dos Brigadistas Comunitários de Mallet, que atuaram de forma incansável desde o início das operações.
Foto Drone da Studio W
Durante os nove dias de procura, os bombeiros realizaram varreduras minuciosas em plantações, matas fechadas, áreas de reflorestamento, estradas rurais, carreiros, margens de rios e dentro da água, além de buscas ao longo da rodovia BR-153. Também foram verificados locais onde Dona Emília já havia sido vista em ocasiões anteriores e checadas informações repassadas por moradores e por meio de ligações telefônicas, inclusive relatos de pessoas que afirmaram ter visto alguém semelhante caminhando pela rodovia.
As equipes utilizaram drones com câmeras térmicas, cães farejadores especializados na localização de pessoas desaparecidas e contaram ainda com o apoio aéreo de um helicóptero da Polícia Militar, deslocado da cidade de Cascavel exclusivamente para auxiliar nos trabalhos. Paralelamente, hospitais de toda a região foram contatados, mas nenhuma pista concreta ou evidência foi encontrada.
“O que estava ao nosso alcance foi feito. Todos os recursos disponíveis foram empregados”, destacou o 1º Sargento Pacholok, ressaltando o esforço coletivo e o compromisso das equipes envolvidas.
De acordo com ele, não há mais áreas a serem vistoriadas nem indícios que apontem para novos locais de busca no momento.
Diante desse cenário, o Comando do Corpo de Bombeiros Militar do Paraná, por meio da 6ª Companhia Independente de Bombeiro Militar (6ª CIBM) de Irati, decidiu pelo encerramento oficial das buscas. No entanto, o sargento reforçou que o caso não está encerrado e que qualquer informação concreta e confiável sobre o paradeiro de Dona Emília continuará sendo recebida e devidamente averiguada pelas autoridades.
O encerramento das buscas deixa um sentimento de angústia e solidariedade à família, mas também evidencia o trabalho incansável, técnico e humano desempenhado pelos bombeiros e brigadistas, que não mediram esforços na tentativa de localizar a idosa, reafirmando o compromisso dessas equipes com a preservação da vida e o serviço à comunidade.
ASSISTA A ENTREVISTA COMPLETA COM O 1º SARGENTO JOAQUIM PACHOLOK DURANTE O JORNAL W NOTÍCIAS DESTA SEXTA-FEIRA DIA 24 DE JANEIRO
Carla Cristina da Silva inicia uma nova etapa em sua caminhada de fé ao ingressar na vida religiosa
Aos 19 anos, a jovem Carla Cristina da Silva, natural de Rebouças (PR) e pertencente à Paróquia Senhor Bom Jesus, inicia uma nova e significativa etapa em sua caminhada de fé.
Após um período de discernimento vocacional e acompanhamento espiritual, Carla se prepara para ingressar, no próximo dia 10 de fevereiro, na Congregação das Irmãs Franciscanas da Sagrada Família de Maria, colocando sua vida nas mãos de Deus.
Desde a infância, a convivência com as religiosas e a vivência ativa na comunidade fortaleceram o desejo de seguir mais de perto o chamado do Senhor. Hoje, com alegria, fé e confiança, ela responde generosamente a esse chamado.
A Diocese de União da Vitória se une em oração por Carla, pedindo que esta nova etapa seja vivida com fidelidade, alegria e profunda entrega à missão.
Informações e imagens: Diocese de União da Vitória / Matéria: Repórter Kiko de Oliveira
Uma nova onda de golpes está circulando via WhatsApp ou por e-mail, mirando contribuintes brasileiros. Criminosos enviam mensagens alarmistas informando que o CPF da vítima foi bloqueado devido a pendências na Dívida Ativa da União.
Como o golpe funciona:
A mensagem utiliza o nome do programa real do governo, o “Regularize”, para dar credibilidade. O texto ameaça o bloqueio de contas bancárias e oferece “descontos de até 65%” para quem regularizar a situação imediatamente através de um link ou botão enviado na conversa.
Ao clicar, a vítima é direcionada a um site falso (muito parecido com o oficial) que gera boletos ou códigos PIX. O dinheiro, porém, vai direto para a conta dos estelionatários.
O que você precisa saber para não cair:
Governo não manda link: A Receita Federal e a PGFN (Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional) JAMAIS enviam links de pagamento ou cobram dívidas via WhatsApp ou SMS.
Ameaça é sinal de fraude: Órgãos oficiais não usam tom de ameaça ou ultimato por mensagem de texto. O bloqueio de bens depende de processo judicial prévio.
Canal Oficial: Qualquer consulta de pendência fiscal deve ser feita ativamente pelo cidadão, exclusivamente através do portal gov.br ou regularize.pgfn.gov.br.
Orientação de Segurança:
Recebeu essa mensagem? Não clique, não responda e bloqueie o número imediatamente.