Na noite desta sexta-feira (7), por volta das 22h30, a Polícia Militar foi acionada para atender uma ocorrência de violência doméstica no Centro. Um menino de 12 anos agrediu fisicamente sua mãe e a ameaçou com uma faca dentro da residência.
De acordo com o relato da vítima, o menor também teria tentado ferir o gato da família. A mãe informou ainda que as agressões são recorrentes e que teme pela própria segurança, uma vez que o filho já teria feito ameaças de morte.
O Conselho Tutelar foi acionado e acompanhou a situação. Após receberem atendimento médico, tanto a vítima quanto o menor foram encaminhados à delegacia para as devidas providências. O menino foi transportado até a sede da Polícia Civil no veículo do Conselho Tutelar.
As autoridades seguem investigando o caso.
Dados
Segundo uma matéria publicada no site da BBC, muitas famílias convivem com um problema grave de violência, mas poucas têm a coragem de denunciá-lo às autoridades ou procurar ajuda: a agressão de filhos contra seus próprios pais.
A vergonha e o sentimento de culpa evitam que eles falem a respeito do assunto. Psicólogos e sociólogos analisam o fenômeno, que não é novo, mas aumentou nas últimas décadas.
É uma forma de violência dentro das famílias na qual os filhos abusam verbal, emocional, econômica e fisicamente dos pais ou tutores para assumir o controle.
No Brasil, os números da violência de filhos contra pais também são relevantes, de acordo com dados compilados pelo Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan), do Ministério da Saúde, feito a partir dos registros catalogados por profissionais em postos de saúde da rede pública.
Diante de uma suspeita de caso de violência doméstica, sexual e/ou outras violências envolvendo crianças, adolescentes, mulheres e idosos, o agente de saúde é obrigado a registrar oficialmente.
Muitos pais acreditam que seja uma fase passageira, e que seus filhos os agridem porque é apenas um aspecto da personalidade dos jovens.
Mas especialistas afirmam que, em muitos casos, a violência é indicador de uma necessidade de limites ou de uma separação indispensável para que o filho possa se desenvolver como indivíduo. Por isto este comportamento ocorre mais na adolescência.
Muitas vezes, a necessidade de intervenção deve se materializar na forma de uma denúncia para as autoridades. Uma medida – segundo os terapeutas – que protege os pais e pode ajudar para que estes filhos possam se relacionar sem violência.
Uma mulher foi presa na manhã desta sexta-feira (9), em Rebouças, após ser constatado o descumprimento de uma medida protetiva na região central do município.
De acordo com informações da Polícia Militar, por volta das 8h30, um oficial de Justiça compareceu ao 2º Pelotão para solicitar apoio no cumprimento de um mandado de fiscalização de medida protetiva.
A equipe policial deslocou-se até o endereço indicado, onde constatou o descumprimento da determinação judicial. A vítima e a autora foram encaminhadas ao Hospital Darcy Vargas para a realização de exames de lesão corporal.
Na sequência, ambas foram levadas à Polícia Civil para os procedimentos cabíveis. A mulher apontada como autora permaneceu presa à disposição da Justiça.
Um homem procurou o 3º Pelotão da Polícia Militar de Mallet nesta quinta-feira, dia 08 de outubro, para registrar uma ocorrência de suspeita de clonagem de cartão de crédito.
Segundo o relato, a vítima percebeu, no dia 07 de outubro, que seu cartão de crédito estaria sendo utilizado indevidamente. As transações não reconhecidas teriam começado em 17 de setembro deste ano, totalizando mais de 14 compras que não foram realizadas pelo titular.
De acordo com as informações repassadas à Polícia Militar, a maioria das compras era de valores menores. No entanto, uma das transações chamou a atenção pelo valor: no dia 22 de setembro, foi registrada uma compra de R$ 1.072,03, a de maior valor entre as identificadas.
O registro das compras foi anexado ao boletim de ocorrência. A vítima recebeu orientações para comparecer à instituição financeira responsável, munida do documento, a fim de solicitar as providências cabíveis.
A ocorrência foi registrada pela Polícia Militar de Mallet.
A Polícia Civil do Paraná (PCPR) cumpriu, nesta sexta-feira (9), um mandado de prisão contra um homem condenado a mais de 16 anos de reclusão pelo crime de estupro de vulnerável, cometido contra a própria neta, menor de idade, em Irati.
Segundo a PCPR, o crime ocorreu em 2022, mesmo ano em que tiveram início as investigações conduzidas pela Delegacia de Polícia Civil de Irati.
Após a conclusão das investigações, o caso foi encaminhado à Justiça. O processo resultou na condenação definitiva do homem em outubro de 2026, com pena superior a 16 anos de prisão.
Com a expedição do mandado pela Vara Criminal da Comarca de Irati, os policiais passaram a realizar buscas para localizar o condenado.
De acordo com a Polícia Civil, durante as diligências, o homem compareceu à delegacia acompanhado de seu advogado, ocasião em que foi formalizado o cumprimento da ordem judicial.
Após os procedimentos policiais, ele foi encaminhado ao sistema prisional, onde permanece custodiado para o cumprimento da pena.
A Polícia Civil reforça que denúncias podem ser feitas anonimamente pelos telefones 197, da PCPR, ou 181, do Disque-Denúncia.