Dr. Donizete de Arruda Gordiano, Delegado da 10ª DRP (Delegacia Regional da Policia Civil de Mallet), aguarda o laudo do IML de União da Vitória sobre as circunstâncias da morte após familiares suspeitarem de assalto e espancamento na Colônia Santa Cruz.
A Polícia Civil de Mallet investiga a morte de Mário Pedro Poliszuk, de 55 anos, morador da localidade de Santa Cruz, como possível vítima de assalto seguido de espancamento.
O caso teve início na tarde da sexta-feira dia 07 de fevereiro por volta das 16h20, quando os Brigadistas Comunitários foram acionados para atender a vítima, que estava em sua residência caída e gemendo de dor.
De acordo com o Delegado Dr. Donizete de Arruda Gordiano, da 10ª DRP (Delegacia Regional de Polícia Civil) de Mallet, uma mulher, irmã da vítima, compareceu à delegacia para registrar o Boletim de Ocorrência, afirmando que seu irmão teria sido assaltado e espancado.
De imediato o delegado solicitou ao Instituto Médico Legal (IML) de União da Vitória o recolhimento do corpo para exame de necropsia.
Segundo Dr. Donizete, ao questionar a irmã da vítima sobre a demora em procurar a delegacia. Ela explicou que mora na região metropolitana de Curitiba e que seu último contato com o irmão havia sido há três meses, durante uma visita à sua residência. Assim que soube da ocorrência, deslocou-se para Mallet e, ao chegar à casa do irmão no sábado dia 08 de fevereiro, encontrou o local todo desorganizado.
A irmã ainda relatou que, por temer que as pessoas que poderiam ter feito mal ao irmão voltassem, não registrou o Boletim de Ocorrência de imediato, tendo procurado a delegacia apenas após o falecimento dele.
Um vizinho que encontrou a vítima relatou a PCPR que visitava o Sr. Mário semanalmente e que ele tinha histórico de alcoolismo.
Os brigadistas que atenderam ao chamado encontraram Mário debilitado, mas sem fraturas aparentes ou sinais visíveis de violência.Após o resgate, a vítima foi levada ao Hospital São Pedro, onde permaneceu internada até falecer na quinta-feira (13), às 15h. O relatório hospitalar indicou morte natural decorrente de condições precárias de saúde.
Durante a investigação, o delegado constatou que alguns pertences da casa, como roupas e o colchão, foram queimados pela irmã, que justificou o ato dizendo que os itens estavam em estado deplorável. Não foram encontrados indícios de que a casa tenha sido revirada, apenas uma grande desorganização, e nenhum valor monetário foram localizados.
A Polícia Civil segue colhendo depoimentos e aguarda o laudo de necropsia para determinar as circunstâncias exatas da morte e verificar a existência de lesões internas que possam indicar espancamento.
As autoridades solicitam que qualquer pessoa com informações sobre o caso entre em contato com a 10ª DRP de Mallet.
A Polícia Civil, por meio da 10ª Delegacia Regional de Polícia de Mallet, em parceria com o Departamento de Proteção à Mulher de Mallet, promoveu na quinta-feira (13) uma aula de defesa pessoal voltada a mulheres do município. A atividade foi realizada no Ginásio Municipal e reuniu duas turmas.
O evento contou com a presença do delegado de Polícia, Dr. Thiers Andregotti, e foi conduzido pelo agente de Polícia Judiciária Victor Centeno, graduado faixa-preta de Jiu-Jitsu.
Durante a atividade, foram apresentadas técnicas básicas de defesa pessoal, com movimentos simples que podem auxiliar mulheres a se desvencilhar de um agressor em situações de violência e, posteriormente, buscar ajuda junto aos órgãos de segurança.
Segundo os organizadores, a proposta não foi ensinar técnicas avançadas de luta ou incentivar o confronto com possíveis agressores, mas oferecer ferramentas básicas para que as participantes possam reagir diante de situações comuns de agressão e conseguir se afastar do perigo.
A iniciativa integra ações de fortalecimento e proteção das mulheres, buscando ampliar a conscientização e oferecer orientações que possam contribuir para a segurança e a prevenção da violência.
Durante a Operação Omnis, realizada nesta quinta-feira, 13, uma ação da ROCAM no bairro Canisianas resultou na localização de carnes que, segundo a Polícia Militar, haviam sido furtadas de supermercados de Rebouças.
Dois homens foram abordados em um estabelecimento comercial. Nada de ilícito foi encontrado durante a busca pessoal, porém um deles utilizava tornozeleira eletrônica e informou ter deixado o sistema prisional há cerca de três meses. Em um veículo que estava em frente ao estabelecimento, os policiais encontraram dois pacotes de carne bovina no banco traseiro.
Um deles continha alcatra sem osso avaliada em 300 reais e 63 centavos. O segundo pacote continha quatro quilos e 494 gramas de alcatra, avaliados em 233 reais e 64 centavos. As etiquetas eram de dois supermercados de Rebouças.
De acordo com a PM, as equipes já tinham informações de que um homem estaria praticando furtos de carnes em supermercados de Rebouças e Irati. Responsáveis pelos estabelecimentos verificaram imagens das câmeras de segurança e constataram que um indivíduo pegou carne no açougue e deixou o mercado sem passar pelo caixa para realizar o pagamento.
Questionado, um dos abordados afirmou que apenas havia dado carona ao outro homem e que ele já estava com as carnes. Os dois foram levados à UPA para elaboração de laudo de lesões corporais e, posteriormente, encaminhados à Delegacia da Polícia Civil de Irati.
A Polícia Militar de Rebouças registrou, na manhã de sexta-feira (14), uma ocorrência relacionada ao possível descumprimento de medida protetiva de urgência. A denúncia foi encaminhada à equipe por meio de uma assistente social e envolvia uma adolescente.
Por volta das 10h30, os policiais foram até o endereço onde a adolescente estava e conversaram com ela e sua mãe. Segundo os relatos, o homem apontado na denúncia estaria trabalhando durante o dia e retornaria à noite para cuidar das filhas menores.
Diante de inconsistências nas informações apresentadas e das denúncias de descumprimento da medida, a equipe policial procurou o Centro de Referência Especializado de Assistência Social (CREAS) para verificar a situação junto aos órgãos responsáveis.
Conforme informado à PM, havia conhecimento de que as partes mantinham contato e proximidade, situação que poderia caracterizar o descumprimento da medida judicial. Também foi relatado que a mãe seria conivente com a situação e que o endereço informado para residência não seria fixo. Um pedido de aluguel social estaria em andamento, mas ainda não havia sido concedido.
Diante das informações levantadas, a Polícia Militar confeccionou um boletim de ocorrência, que deverá subsidiar as providências das autoridades competentes.