O Ministério Público do Paraná (MPPR), por meio da 1ª Promotoria de Justiça de São Mateus do Sul, denunciou Gustavo Peres Guedes, de 18 anos, por homicídio qualificado. Ele é acusado de matar, esquartejar e ocultar o corpo do próprio pai, Cícero de Souza Guedes, em crime ocorrido no dia 10 de maio de 2025.
De acordo com a denúncia, o assassinato foi cometido com motivo torpe, extrema crueldade e recurso que impossibilitou a defesa da vítima. Além do homicídio, Gustavo também foi denunciado por destruição e ocultação de cadáver, fraude processual — por tentar apagar vestígios do crime — e furto.
Detalhes do crime
Segundo o MPPR, o crime ocorreu na residência alugada pela família, na Rua Dona Estefânia. Gustavo desferiu golpes de faca nas costas do pai, cortou seu pescoço ainda em vida e o atingiu com violência na cabeça, causando fraturas e traumatismo cranioencefálico, principal causa da morte.
Após o assassinato, o jovem esquartejou o corpo e escondeu as partes em diferentes locais. Restos mortais foram encontrados sob uma ponte na BR-476, enterrados no quintal da casa e dentro de uma mochila jogada no Rio Canoas.
O promotor responsável pelo caso, Philipe Salomão Marinho de Araujo, destacou que o crime foi cometido de forma repentina, sem chance de reação por parte da vítima, aproveitando-se da confiança natural entre pai e filho. Gustavo ainda tentou apagar vestígios, queimando as roupas e a faca usada no crime.
O acusado está preso preventivamente. O MPPR solicitou prioridade na tramitação do processo. A reportagem da RDX tenta contato com a defesa do réu.
Fonte: RDX/V.Vale/Assis O Repórter | Fotos: PORTAL RDX/Reprodução Redes Sociais
Uma pessoa foi vítima de um golpe financeiro em Paulo Frontin após indivíduos se passarem por pessoas de sua confiança e por uma advogada ligada à família. O caso foi registrado pela Polícia Militar na tarde de sexta-feira (21), após a vítima comparecer ao destacamento policial para relatar o ocorrido.
Segundo o boletim de ocorrência, os golpistas informaram que o marido da vítima teria direito ao recebimento de aproximadamente R$ 50 mil referentes a uma ação judicial. Os criminosos alegaram que o valor já estaria liberado, mas que seria necessária uma movimentação bancária para que o dinheiro pudesse ser recebido.
Conforme o relato, os indivíduos afirmaram que a conta bancária do marido não poderia receber o suposto pagamento e, por isso, orientaram que fosse utilizada a conta da vítima. Na sequência, solicitaram a realização de um Pix no valor de R$ 1 mil, sob a justificativa de que a operação seria necessária para a posterior liberação do dinheiro.
Ainda de acordo com o registro policial, os golpistas teriam clonado o telefone da advogada do marido da vítima e passaram a se identificar como ela. Antes de realizar os pagamentos, a vítima entrou em contato pelo número utilizado pelos criminosos para confirmar se as informações eram verdadeiras.
A pessoa que atendeu a ligação confirmou que os procedimentos seriam legítimos. Posteriormente, porém, a vítima constatou que não estava conversando com a advogada, mas com os próprios golpistas, que estariam utilizando a identidade dela para dar credibilidade à fraude.
Mesmo após a orientação dos criminosos, foram realizados pagamentos que, segundo os comprovantes apresentados à polícia, incluíram um Pix de R$ 1 mil, um boleto também de R$ 1 mil e outro boleto no valor de R$ 999.
O prejuízo total relatado pela vítima foi de R$ 2.999.
Após o golpe, a vítima foi orientada pelas autoridades sobre os procedimentos judiciais e administrativos cabíveis. A polícia também recomendou a preservação dos comprovantes de pagamento, das conversas mantidas com os suspeitos, dos números telefônicos utilizados e de outros elementos que possam auxiliar na identificação dos envolvidos e na apuração dos fatos.
A ocorrência foi registrada e os materiais apresentados pela vítima deverão servir como elementos para a investigação do caso.
Um aparelho celular foi furtado na unidade de saúde do distrito de Dorizon, em Mallet. A ocorrência foi atendida pela equipe policial na tarde de sexta-feira (21), após a vítima perceber que havia perdido a posse do aparelho.
Segundo o boletim de ocorrência, a vítima compareceu à unidade de saúde para buscar medicação. Durante o atendimento, deixou o celular sobre uma mesa enquanto conferia a medicação que havia ido buscar.
Na sequência, a vítima deixou a unidade de saúde e seguiu até a agência dos Correios. Enquanto aguardava para ser atendida no local, percebeu que não estava mais de posse do aparelho celular.
Diante da situação, retornou à unidade de saúde para verificar se o aparelho havia sido deixado sobre a mesa ou em algum outro ponto do estabelecimento. No entanto, o celular não foi localizado.
Conforme o relato registrado na ocorrência, a vítima também tentou realizar o rastreamento do aparelho, mas não conseguiu obter a localização do dispositivo.
A vítima informou ainda que o celular armazenava diversos dados pessoais. Diante do desaparecimento do aparelho e da impossibilidade de localizá-lo por meio do rastreamento, a equipe policial foi acionada para registrar e atender a ocorrência.
Após o acionamento, os policiais realizaram os procedimentos pertinentes ao caso. A vítima recebeu orientações sobre as demais providências cabíveis relacionadas à ocorrência.
Um homem procurou o Destacamento da Polícia Militar de Rio Azul na tarde de sexta-feira (21) para registrar uma ocorrência de estelionato após receber mensagens de um indivíduo que se passou por um delegado de Santa Catarina.
Segundo o relato, as mensagens começaram a ser recebidas na quarta-feira (19). O suposto delegado teria solicitado uma quantia em dinheiro sob a justificativa de que o pagamento seria necessário para a realização de um acordo extrajudicial.
Ao perceber que poderia se tratar de um golpe, o homem procurou a Polícia Militar para registrar a situação. A equipe confeccionou o boletim de ocorrência e repassou as orientações necessárias à vítima.
O caso deverá ser apurado pelas autoridades competentes.