A Polícia Civil do Paraná, por meio da 4.ª Subdivisão Policial de União da Vitória, concluiu nesta terça-feira (29) as investigações sobre o homicídio que ocorreu na noite de 18 de julho de 2025, no bairro São Francisco, em Bituruna. O crime chamou a atenção da comunidade pela violência com que foi cometido.
A vítima, um homem de 35 anos, foi encontrada por policiais militares e socorristas do SAMU dentro de uma residência, com diversos ferimentos provocados por golpes de facão. Ele chegou a receber atendimento, mas não resistiu aos ferimentos e morreu antes de chegar ao hospital. O agressor fugiu do local sem prestar socorro.
No interior da casa, a perícia identificou sinais claros de violência: perfurações na porta do banheiro, manchas de sangue no sofá e respingos nas paredes, no forro da cozinha e na escada. Um facão com aproximadamente 50 centímetros de lâmina foi recolhido do local e apontado como a arma do crime.
Com base em diversas diligências, a Polícia Civil identificou o autor: um homem de 26 anos, que tinha vínculo com a vítima. A prisão preventiva foi solicitada e autorizada pela Justiça. Embora o suspeito tenha alegado legítima defesa, a investigação concluiu que ele agiu de forma intencional e por motivo fútil.
Indiciado por homicídio qualificado, o autor segue preso e à disposição do Poder Judiciário. A Polícia Civil reafirma seu compromisso com a investigação de crimes graves e com a segurança da população em toda a região.
A Polícia Civil do Paraná concluiu uma investigação sobre um esquema de estelionato contra um casal de agricultores de Paulo Frontin. Dois suspeitos foram indiciados pelo crime, após uma apuração que identificou um prejuízo superior a R$ 150 mil. Ambos já estão presos em Santa Catarina por investigações relacionadas a outros golpes.
Segundo a investigação, os suspeitos eram parentes das vítimas e passaram a intensificar o contato com o casal a partir de 2025, quando souberam do interesse dos agricultores em adquirir um trator para as atividades rurais.
Conforme a apuração, os investigados alegavam que tinham cerca de R$ 9 milhões a receber por meio de um suposto processo judicial, cuja liberação dependeria de procedimentos burocráticos junto a uma seguradora. Para receber o dinheiro, afirmavam que seria necessário antecipar valores referentes a impostos, taxas bancárias, honorários e despesas processuais.
Acreditando que estavam ajudando os parentes a liberar a quantia, as vítimas realizaram diversas transferências bancárias, apresentadas como empréstimos. O prejuízo ultrapassou R$ 150 mil.
Com o passar do tempo, o casal de agricultores começou a cobrar a devolução dos valores, mas o dinheiro prometido não era liberado. A cada cobrança, os suspeitos apresentavam novas justificativas para o atraso, mantendo as vítimas na expectativa de recuperar o montante transferido.
Para dar credibilidade à história, os investigados teriam apresentado documentos atribuídos a uma seguradora, imagens de um aplicativo bancário com saldo milionário e mensagens trocadas por aplicativo. Os pedidos de dinheiro também eram feitos pessoalmente.
Durante a investigação, a Polícia Civil reuniu conversas, documentos, extratos bancários e comprovantes de transferências, que contribuíram para esclarecer a forma de atuação e dimensionar os prejuízos.
A apuração também identificou relatos de outros familiares dos investigados, residentes em Santa Catarina, que teriam sido alvo de pedidos semelhantes. Entre os prejuízos relatados estão aproximadamente R$ 70 mil disponibilizados por um casal e dívidas de cerca de R$ 300 mil contraídas por outra familiar.
Ao final das diligências, os dois investigados foram indiciados por estelionato, crime previsto no artigo 171 do Código Penal, em situações que envolvem concurso de pessoas e continuidade delitiva.
A Polícia Civil orienta a população a desconfiar de promessas de recebimento de grandes quantias condicionadas a pagamentos antecipados. A instituição ressalta que documentos com aparência oficial, capturas de tela bancárias e referências a processos judiciais não comprovam, por si só, a existência de valores a liberar.
Antes de realizar transferências ou assumir empréstimos, a recomendação é confirmar as informações diretamente com a instituição mencionada, utilizando seus canais oficiais.
Um homem foi encaminhado à Delegacia de Polícia Civil de Rebouças após ser abordado pela Polícia Militar na quarta-feira (14), no bairro Beira Linha, em Rio Azul. Com ele, foram apreendidas 13 pedras de substância análoga ao crack, que totalizaram seis gramas.
Segundo informações da Polícia Militar, a equipe realizava patrulhamento pelo bairro quando visualizou o homem saindo de uma residência. Os policiais deram voz de abordagem e, durante a busca pessoal, encontraram uma embalagem do tipo zip lock com 10 pedras da substância no bolso esquerdo do suspeito.
No bolso direito, foram localizadas outras três pedras, totalizando 13 unidades.
O homem foi identificado e encaminhado à Delegacia de Polícia Civil de Rebouças, juntamente com a droga apreendida, para os procedimentos cabíveis.
A quadra esportiva de uma escola localizada na região central de Rio Azul foi alvo de furto na quarta-feira (14). Aproximadamente 100 metros de fios elétricos de diferentes medidas foram levados do local.
De acordo com informações da Polícia Militar, a equipe foi acionada para atender à ocorrência e, no local, conversou com o responsável pela quadra. Ele relatou que o portão de entrada havia sido arrombado e que os fios foram furtados do interior do espaço esportivo.
A equipe policial orientou o responsável sobre os procedimentos cabíveis.