Uma moradora de Rio Azul, foi vítima de estelionato na tarde desta sexta-feira (1º), ao cair em um golpe aplicado por meio do aplicativo de mensagens WhatsApp. A ocorrência foi registrada por volta das 16h16min, no Destacamento da Polícia Militar do município.
Segundo o boletim de ocorrência, a mulher compareceu ao local para relatar que havia sido enganada por um golpista que se passou por seu filho. O criminoso entrou em contato com a vítima utilizando um número desconhecido, alegando que aquele era seu novo telefone e, durante a conversa, solicitou uma transferência em dinheiro via Pix.
Preocupada e acreditando estar ajudando o filho, a mulher realizou a transação no valor de R$ 1.900,00. Após o envio do dinheiro, ela tentou entrar novamente em contato com o número, mas não obteve resposta. Foi nesse momento que percebeu que havia sido enganada.
Diante da suspeita, a vítima se dirigiu imediatamente à sua agência bancária em busca de orientações. No banco, foi informada de que deveria procurar as autoridades policiais para registrar o ocorrido. A mulher então formalizou o boletim de ocorrência na Polícia Militar de Rio Azul, que repassará o caso para investigação.
A Polícia alerta que esse tipo de golpe, conhecido como “golpe do falso parente” ou “golpe do novo número”, tem se tornado cada vez mais comum. Os estelionatários geralmente se aproveitam da boa-fé e do desespero das vítimas para obter dinheiro de forma fraudulenta. A recomendação é que, ao receber mensagens de números desconhecidos se passando por familiares, a pessoa busque confirmar a identidade do remetente antes de realizar qualquer transação financeira, preferencialmente por ligação telefônica direta ou contato com outros membros da família.
A PM orienta que, em caso de qualquer suspeita ou movimentação financeira não reconhecida, a população deve procurar imediatamente a polícia e registrar o fato. Casos como este podem ser comunicados pessoalmente nas delegacias, pelo telefone 190, ou ainda através dos canais digitais das forças de segurança.
A equipe Rocam por meio da Polícia Militar seguia para Porto Vitória, quando avistou motocicleta em atitude suspeita na PR-446 por volta das 17 horas dessa quinta-feira (15).
Foi realizada abordagem e encontrada certa quantia de substância análoga ao DRY – (ou dry sift) é uma droga derivada da maconha, produzida a partir da extração mecânica (a seco) da resina e dos tricomas da flor da planta, resultando em uma forma concentrada de haxixe.
O homem relatou onde teria adquirido, desta forma a equipe policial se deslocou até a divisa de municípios, vindo a abordar outra residência e a encontrar significativa quantia da mesma substância.
A Polícia Civil do Paraná concluiu uma investigação sobre um esquema de estelionato contra um casal de agricultores de Paulo Frontin. Dois suspeitos foram indiciados pelo crime, após uma apuração que identificou um prejuízo superior a R$ 150 mil. Ambos já estão presos em Santa Catarina por investigações relacionadas a outros golpes.
Segundo a investigação, os suspeitos eram parentes das vítimas e passaram a intensificar o contato com o casal a partir de 2025, quando souberam do interesse dos agricultores em adquirir um trator para as atividades rurais.
Conforme a apuração, os investigados alegavam que tinham cerca de R$ 9 milhões a receber por meio de um suposto processo judicial, cuja liberação dependeria de procedimentos burocráticos junto a uma seguradora. Para receber o dinheiro, afirmavam que seria necessário antecipar valores referentes a impostos, taxas bancárias, honorários e despesas processuais.
Acreditando que estavam ajudando os parentes a liberar a quantia, as vítimas realizaram diversas transferências bancárias, apresentadas como empréstimos. O prejuízo ultrapassou R$ 150 mil.
Com o passar do tempo, o casal de agricultores começou a cobrar a devolução dos valores, mas o dinheiro prometido não era liberado. A cada cobrança, os suspeitos apresentavam novas justificativas para o atraso, mantendo as vítimas na expectativa de recuperar o montante transferido.
Para dar credibilidade à história, os investigados teriam apresentado documentos atribuídos a uma seguradora, imagens de um aplicativo bancário com saldo milionário e mensagens trocadas por aplicativo. Os pedidos de dinheiro também eram feitos pessoalmente.
Durante a investigação, a Polícia Civil reuniu conversas, documentos, extratos bancários e comprovantes de transferências, que contribuíram para esclarecer a forma de atuação e dimensionar os prejuízos.
A apuração também identificou relatos de outros familiares dos investigados, residentes em Santa Catarina, que teriam sido alvo de pedidos semelhantes. Entre os prejuízos relatados estão aproximadamente R$ 70 mil disponibilizados por um casal e dívidas de cerca de R$ 300 mil contraídas por outra familiar.
Ao final das diligências, os dois investigados foram indiciados por estelionato, crime previsto no artigo 171 do Código Penal, em situações que envolvem concurso de pessoas e continuidade delitiva.
A Polícia Civil orienta a população a desconfiar de promessas de recebimento de grandes quantias condicionadas a pagamentos antecipados. A instituição ressalta que documentos com aparência oficial, capturas de tela bancárias e referências a processos judiciais não comprovam, por si só, a existência de valores a liberar.
Antes de realizar transferências ou assumir empréstimos, a recomendação é confirmar as informações diretamente com a instituição mencionada, utilizando seus canais oficiais.
Um homem foi encaminhado à Delegacia de Polícia Civil de Rebouças após ser abordado pela Polícia Militar na quarta-feira (14), no bairro Beira Linha, em Rio Azul. Com ele, foram apreendidas 13 pedras de substância análoga ao crack, que totalizaram seis gramas.
Segundo informações da Polícia Militar, a equipe realizava patrulhamento pelo bairro quando visualizou o homem saindo de uma residência. Os policiais deram voz de abordagem e, durante a busca pessoal, encontraram uma embalagem do tipo zip lock com 10 pedras da substância no bolso esquerdo do suspeito.
No bolso direito, foram localizadas outras três pedras, totalizando 13 unidades.
O homem foi identificado e encaminhado à Delegacia de Polícia Civil de Rebouças, juntamente com a droga apreendida, para os procedimentos cabíveis.