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Júri popular julgará motorista acusado de atropelar e matar Breno Kauan Penteado, em Imbituva

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Fonte: Folha de Irati

O Tribunal do Júri de Imbituva vai julgar, no dia 13 de agosto de 2025 (quarta-feira), o réu Edson João Felippe, acusado de provocar, sob efeito de álcool e em alta velocidade, um atropelamento que matou o menino Breno Kauan Penteado, de 6 anos. O caso, aconteceu em 05 de novembro de 2017, na localidade de Mato Branco de Baixo.

Ainda, o atropelamento deixou feridos o pai da criança, Douglas Liques Penteado, e o irmão, Lucca Ryan Liques Penteado, de apenas 2 anos na época.

De acordo com a denúncia apresentada pelo Ministério Público do Paraná, Edson conduzia um veículo Fiat Uno Mille Fire, sob concentração de 0,57 mg/L de álcool por litro de ar alveolar, quando perdeu o controle e atingiu as vítimas, que pedalavam no acostamento da rodovia. O impacto arremessou Douglas e Lucca para fora da pista e, em seguida, atingiu Breno, que sofreu politraumatismo, traumatismo craniano e lesões na coluna cervical, morrendo no local.

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O caso terá como promotor de justiça Bruno Fanchin. Já o assistente de acusação será p Dr. Fernando Deneka, que pronunciou sobre e disse que “a assistência de acusação vai buscar, obviamente, a aplicação do que foi denunciado e pronunciado sobre este crime. Um criem de grande gravidade, com o motorista embriagado que invade um espaço onde pai e filhos estão andando de bicicleta, em momento de amor e diversão, e causa uma tragédia como esta que gerou enormes consequências para a família. A assistência trabalhará neste sentido, para que seja acatado a acusação que paira sobre o réu, para que ele responda ao crime que cometeu”.

Na época, a defesa negou o dolo, segundo consta nos documentos do processo “justificando, sem negar a materialidade e autoria do delito, que o acidente se deu por culpa exclusiva das vítimas, uma vez que transitavam, irregularmente, sobre a pista”. Também questionou a regularidade do etilômetro e pediu absolvição sumária, o que foi rejeitado pelo juízo.

O processo tramitou por mais de seis anos, com debates sobre a manutenção da prisão preventiva, que acabou revogada com imposição de medidas cautelares, e recursos da defesa contra a decisão de pronúncia, mantida pelo Tribunal de Justiça do Paraná.

Os atuais advogados de defesa Dr. Dericky Augusto e Dr. Rafael Dezordi, também se pronunciaram sobre os fatos. “Inicialmente a defesa manifesta solidariedade à família da vítima, pela perda irreparável de um ente querido e as feridas incuráveis que o acidente deixou. Com relação ao júri, a defesa tem plena confiança de que o conselho de sentença, a partir das provas que serão apresentadas em plenário, poderá decidir com justiça e imparcialidade as responsabilidades do Acusado com relação ao ocorrido na data dos fatos”.

A juíza Ana Paula Menon Loureiro Pianaro Angelo determinou que a sessão será presencial e que cada parte poderá ouvir até cinco testemunhas. Também autorizou o uso de mídias audiovisuais apresentadas pela acusação e pela defesa em plenário. De início, a sessão estava marcada para 10 de dezembro de 2024, porém, devido a algumas adversidades ditadas pela própria juíza, adiou-se para esta quarta-feira (13).

A mãe de Breno, Michele Penteado, durante o período em que o caso esteve sob julgamento, iniciou diversos movimentos de conscientização popular acerca de embriaguez no volante, não apenas na comunidade do Mato Branco e no munícipio de Imbituva, mas movimentos que geraram comoção em toda a região.

Para este crime, a expectativa da defesa, é entre 10 a 20 anos de prisão. Este caso se assemelha, assim como outros tantos, ao caso que tirou a vida dos jovens Gilmar Rafael Souza Yared e Carlos Murilo de Almeida, em Curitiba, onde o motorista também dirigia embriagado. Outro exemplo é o caso de Fabiano Kingerski, que morreu após ser atropelado por um motorista embriagado na Av. Getúlio Vargas, em Irati.

O julgamento será aberto ao público conforme a lotação do ambiente.

Relembre o caso

Em 5 de novembro de 2017, por volta das 17h10, na PR-522, em Mato Branco de Baixo, interior de Imbituva, o motorista Edson João Felippe conduzia um Fiat Uno Mille Fire sob efeito de álcool, e atingiu três pessoas que estavam de bicicleta perto do acostamento da pista. Na situação, um menino de 6 anos, identificado como Breno Kauan Penteado, morreu no local.

O teste do bafômetro, realizado por Edson, apontou 0,57 mg/L de álcool por litro de ar alveolar. Segundo constam os documentos oficiais, ao perder o controle do carro, ele saiu da pista e atingiu Douglas Liques Penteado, que pedalava com o filho Lucca Ryan, de 2 anos, em uma cadeirinha adaptada, e o menino Breno Kauan Penteado, de 6 anos, que vinha logo à frente.

O impacto arremessou Douglas e Lucca sobre o acostamento. Em seguida, o veículo atingiu Breno, que sofreu politraumatismo, traumatismo craniano e lesões na coluna cervical, morrendo no local. Douglas e Lucca tiveram ferimentos leves.

Fonte: Folha de Irati

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Polícia Militar prende mulher embriagada e sem habilitação que conduzia carro em União da Vitória

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Durante patrulhamento a equipe da Polícia Militar abordou um veículo que transitava na via de forma irregular, fazendo zique zaque entre as faixas.

A situação ocorreu no bairro São Bernardo, por volta das 22h30min dessa quarta-feira (21).

Os ocupantes apresentavam hálito etílico, sendo constatada a presença de bebidas alcoólicas no interior do automóvel.

A condutora realizou o teste do etilômetro, que indicou índice elevado de alcoolemia, além de não possuir habilitação.

Diante dos fatos, foi dada voz de prisão por condução de veículo sob efeito de álcool, sendo conduzida até a 4ª SDP para as providências cabíveis.

Após regularização de pendências administrativas, o veículo foi liberado a um condutor devidamente habilitado e sem ingestão de álcool.

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Polícia Militar presta atendimento em situação de estelionato na 4ª Ciretran de União da Vitória

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A equipe da Polícia Militar registrou um boletim de ocorrência na 4ª Ciretran de União da Vitória após um cidadão relatar tentativa de retirada de CNH obtida de forma irregular.

A situação ocorreu no bairro Ouro Verde por volta das 08h30min dessa quarta-feira (20).

A apuração indicou que se tratava de golpe aplicado por estelionatários meio de redes sociais, sem envolvimento do órgão de trânsito.

A vítima foi orientada quanto aos procedimentos legais.

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Estelionatários se passam pela PM e aplicam golpe em lanchonetes de Caçador

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Foto: PMSC

Um novo golpe tem preocupado proprietários de lanchonetes e estabelecimentos de alimentação em Caçador. Criminosos estão se passando por integrantes do Batalhão da Polícia Militar para aplicar fraudes financeiras, utilizando ligações telefônicas como principal meio de contato.

A abordagem começa com a solicitação de lanches e refeições, com a orientação de que a entrega seja feita diretamente na sede da Polícia Militar. A falsa associação com um órgão público confere aparência de legitimidade ao pedido e reduz a desconfiança inicial do comerciante.

No decorrer da negociação, o golpista informa que o pagamento será realizado em dinheiro, mas afirma não ter notas de valor compatível com o total da compra. Com isso, solicita que o comerciante envie, antecipadamente, uma transferência via PIX correspondente ao valor do suposto troco.

Após a realização da transferência, o contato é encerrado. Quando o entregador chega ao local indicado, constata que a unidade policial não realizou nenhum pedido, caracterizando o golpe e resultando em prejuízo financeiro ao estabelecimento.

Diante da repetição das ocorrências, a orientação das autoridades é para que os comerciantes não façam pagamentos antecipados, confirmem pedidos supostamente feitos por órgãos públicos e fiquem atentos a ligações provenientes de números desconhecidos ou de outros estados. A divulgação do alerta entre comerciantes é considerada essencial para evitar novas vítimas.

Da redação com informações do portal RBV

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