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Policial

Homem preso por estupro não atua mais como taxista há anos, esclarece categoria

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A prisão preventiva de um homem de 46 anos, ocorrida na última terça-feira, 19, em União da Vitória, acusado de estuprar uma criança de 6 anos, repercutiu entre os profissionais que atuam como taxistas no Vale do Iguaçu.

O suspeito, segundo a Polícia Civil, se apresentava como taxista. Segundo os profissionais do ramo, ele não tinha autorização ou cadastro ativo para exercer a função no Vale do Iguaçu. 

De acordo com as policia, o homem já era investigado por crimes sexuais desde 2002 e é apontado como autor de abusos contra pelo menos outras seis crianças em União da Vitória e municípios vizinhos.

Categoria se manifesta

Diante da gravidade do caso, taxistas da região emitiram uma nota de repúdio, reforçando que o acusado não pertence à categoria e que há mais de 20 anos não exerce qualquer vínculo com a atividade.

O profissional Miltom Cezar, que atua como taxista no município, conversou com a reportagem e reforçou a necessidade de esclarecer a situação:

“Esse rapaz já faz mais de 20 anos que não trabalha como taxista. Ele não tem cadastro em nenhuma prefeitura, não tem vínculo nenhum com a nossa categoria. Ele trabalhou há 20 anos atrás e hoje não faz mais parte do quadro. É preciso que fique claro que não se trata de um taxista em atividade”, disse.

Nota de repúdio

Em comunicado, alguns taxistas do Vale do Iguaçu destacaram:

NOTA DE REPÚDIO

“Nós, taxistas das cidades gêmeas, repudiamos o fato ocorrido com este indivíduo que se passava por taxista. Queremos esclarecer que nenhum taxista ativo das nossas cidades tinha contato com esse elemento. Ele nunca trabalhou na rodoviária e nunca manteve vínculo com a classe. Reafirmamos que trabalhamos com seriedade e prezamos pela segurança e respeito de nossos clientes. Este é um caso isolado e sem qualquer ligação com a categoria.” 

Investigação segue em andamento

Enquanto isso, o homem preso segue à disposição da Justiça. A Polícia Civil apura se existem outras vítimas que possam ter sofrido abusos cometidos por ele.

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Policial

Polícia Militar prende mulher embriagada e sem habilitação que conduzia carro em União da Vitória

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Durante patrulhamento a equipe da Polícia Militar abordou um veículo que transitava na via de forma irregular, fazendo zique zaque entre as faixas.

A situação ocorreu no bairro São Bernardo, por volta das 22h30min dessa quarta-feira (21).

Os ocupantes apresentavam hálito etílico, sendo constatada a presença de bebidas alcoólicas no interior do automóvel.

A condutora realizou o teste do etilômetro, que indicou índice elevado de alcoolemia, além de não possuir habilitação.

Diante dos fatos, foi dada voz de prisão por condução de veículo sob efeito de álcool, sendo conduzida até a 4ª SDP para as providências cabíveis.

Após regularização de pendências administrativas, o veículo foi liberado a um condutor devidamente habilitado e sem ingestão de álcool.

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Policial

Polícia Militar presta atendimento em situação de estelionato na 4ª Ciretran de União da Vitória

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A equipe da Polícia Militar registrou um boletim de ocorrência na 4ª Ciretran de União da Vitória após um cidadão relatar tentativa de retirada de CNH obtida de forma irregular.

A situação ocorreu no bairro Ouro Verde por volta das 08h30min dessa quarta-feira (20).

A apuração indicou que se tratava de golpe aplicado por estelionatários meio de redes sociais, sem envolvimento do órgão de trânsito.

A vítima foi orientada quanto aos procedimentos legais.

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Policial

Estelionatários se passam pela PM e aplicam golpe em lanchonetes de Caçador

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Foto: PMSC

Um novo golpe tem preocupado proprietários de lanchonetes e estabelecimentos de alimentação em Caçador. Criminosos estão se passando por integrantes do Batalhão da Polícia Militar para aplicar fraudes financeiras, utilizando ligações telefônicas como principal meio de contato.

A abordagem começa com a solicitação de lanches e refeições, com a orientação de que a entrega seja feita diretamente na sede da Polícia Militar. A falsa associação com um órgão público confere aparência de legitimidade ao pedido e reduz a desconfiança inicial do comerciante.

No decorrer da negociação, o golpista informa que o pagamento será realizado em dinheiro, mas afirma não ter notas de valor compatível com o total da compra. Com isso, solicita que o comerciante envie, antecipadamente, uma transferência via PIX correspondente ao valor do suposto troco.

Após a realização da transferência, o contato é encerrado. Quando o entregador chega ao local indicado, constata que a unidade policial não realizou nenhum pedido, caracterizando o golpe e resultando em prejuízo financeiro ao estabelecimento.

Diante da repetição das ocorrências, a orientação das autoridades é para que os comerciantes não façam pagamentos antecipados, confirmem pedidos supostamente feitos por órgãos públicos e fiquem atentos a ligações provenientes de números desconhecidos ou de outros estados. A divulgação do alerta entre comerciantes é considerada essencial para evitar novas vítimas.

Da redação com informações do portal RBV

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