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Geral

Prefeitura de Rio Azul apura denúncia de assédio sexual contra servidor

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A Prefeitura de Rio Azul abriu um processo administrativo disciplinar para investigar uma denúncia de assédio sexual envolvendo um(a) servidor(a) público(a) municipal.

A determinação foi oficializada no Diário Oficial do Município em 5 de setembro de 2025, assinada pelo prefeito Leandro Jasinski.

De acordo com a publicação, o(a) servidor(a), identificado(a) pelas iniciais “A. S.”, foi afastado(a) de suas funções por 30 dias, período destinado à apuração dos fatos.

A denúncia foi registrada na Ouvidoria Municipal de Saúde pela própria vítima. Em nota, a Prefeitura informou que o processo corre em sigilo para preservar os envolvidos e que mais detalhes serão divulgados apenas após a conclusão das investigações.

Fonte: Assessoria de Imprensa da Prefeitura Municipal de Rio Azul

FOTO: Gabriel Fogaça Dos Santos – Prefeitura Rio Azul

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Regional

Prefeito destaca qualidade do tomógrafo do Hospital São Francisco de Assis, em Rio Azul

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O prefeito de Rio Azul, Leandro Jasinski, utilizou as redes sociais na manhã de segunda-feira (27) para destacar a qualidade do tomógrafo instalado no Hospital São Francisco de Assis. A publicação foi feita após o chefe do Executivo realizar um exame de tomografia na unidade hospitalar.

Na mensagem, o prefeito ressaltou a importância de o município contar com um equipamento de última geração, capaz de proporcionar maior precisão nos diagnósticos, mais segurança aos pacientes e melhores condições para o atendimento na área da saúde.

Leandro Jasinski também agradeceu à administração do Hospital São Francisco de Assis, à equipe médica, aos profissionais da saúde e aos colaboradores da instituição pelo trabalho desenvolvido diariamente em benefício da população rio-azulense.

O prefeito ainda reconheceu o apoio recebido do Governo do Estado para o fortalecimento da saúde no município, citando o governador Ratinho Junior, o ex-secretário estadual de Saúde, Beto Preto, o deputado federal Sandro Alex e o deputado estadual Hussein Bakri como parceiros que contribuíram para a viabilização de investimentos na área.

Segundo a administração municipal, o tomógrafo representa um importante avanço para a saúde de Rio Azul, permitindo a realização de exames com maior tecnologia e reduzindo a necessidade de deslocamento de pacientes para outros municípios em busca desse tipo de atendimento.

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Local

MALLET REALIZA A CAMINHADA DO MEIO-DIA EM CONSCIENTIZAÇÃO PELO FIM DA VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER

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A Prefeitura de Mallet realizou nesta segunda-feira (27) a Caminhada do Meio-Dia, ato público de conscientização em alusão ao Dia Estadual de Combate ao Feminicídio. A mobilização teve como objetivo sensibilizar a população para o enfrentamento da violência contra a mulher, reforçando a importância da prevenção, da denúncia e da promoção da paz.

A caminhada, que tradicionalmente acontece no dia 22 de julho, foi transferida para esta segunda-feira em razão das condições climáticas desfavoráveis registradas na data oficial.

O Dia Estadual de Combate ao Feminicídio foi instituído em memória da advogada Tatiane Spitzner, cuja morte, em 2018, marcou a luta contra a violência de gênero no Paraná. O horário escolhido para a mobilização, às 12 horas, possui um forte simbolismo, representando o momento em que muitas mulheres estariam reunidas com suas famílias para o almoço, mas tiveram suas vidas interrompidas pela violência.

Vestidos com roupas brancas, os participantes realizaram um jejum coletivo simbólico e percorreram algumas das principais ruas centrais de Mallet. A caminhada teve início na Praça dos Expedicionários e seguiu até o Parque dos Imigrantes, nas proximidades do 3º Pelotão da Polícia Militar – Cabo Abrão Kanclarovicz, onde aconteceu o encerramento da programação.

A ação foi promovida pela Prefeitura de Mallet com o apoio do 3º Pelotão da Polícia Militar, reunindo autoridades, representantes de entidades e a comunidade em um momento de reflexão sobre a necessidade de combater toda forma de violência contra a mulher.

Durante o evento, a equipe do W Notícias, da Studio W, conversou com algumas autoridades e participantes que destacaram a importância da mobilização e das ações de proteção às mulheres.

O comandante do 3º Pelotão do 27º Batalhão da Polícia Militar, tenente Lucas Martinelli, ressaltou que a Polícia Militar não mede esforços para garantir a segurança das mulheres em situação de risco, reforçando o compromisso da corporação no combate à violência doméstica e no atendimento às vítimas.

A 3º Sargento PM Cristina, integrante da Patrulha Maria da Penha, destacou a importância da denúncia, enfatizando que a violência não deve ser encarada como algo normal e que buscar ajuda é o primeiro passo para romper o ciclo de agressões.

Também concedeu entrevista a diretora do Departamento de Políticas Públicas para Mulheres de Mallet, Débora Galicki e o prefeito municipal de Mallet, Pedro Kowalczyk, falando do compromisso da administração municipal e a sociedade na prevenção da violência e na construção de uma cultura de respeito às mulheres.

ASSISTA A REPORTAGEM REALIZADA PARA O JORNAL W NOTÍCIAS:

REPORTAGEM: VALDIR WLADYKA – STUDIO W

FOTOS: CABO MARCELO ZABOROSKI DO 27º BPMPR

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Local

POLÍCIA CIVIL INDICIA MULHER POR DENUNCIAÇÃO CALUNIOSA APÓS APURAR SUPOSTO DESCUMPRIMENTO DE MEDIDA PROTETIVA EM MALLET

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A Polícia Civil do Paraná, por meio da 10.ª Delegacia Regional de Polícia (10.ª DRP) de Mallet, concluiu a investigação sobre um suposto caso de descumprimento de medida protetiva de urgência registrado no município e chegou a um desfecho diferente do inicialmente apresentado. O homem apontado como autor da suposta infração não foi indiciado, enquanto a mulher que acionou a polícia acabou indiciada pelo crime de denunciação caluniosa.

O caso teve início após a mulher informar que seu ex-companheiro havia ido até sua residência, em suposto descumprimento da medida protetiva vigente. Na ocasião, a Polícia Militar realizou buscas, localizou o homem e o encaminhou à Delegacia de Polícia Civil para os procedimentos cabíveis.

Durante o atendimento, o homem afirmou aos policiais que apenas esteve no imóvel porque havia sido chamado pela própria ex-companheira para ver a filha do casal.

INVESTIGAÇÃO REVELOU CONVERSAS

Segundo a nota divulgada pela Polícia Civil, a versão apresentada pelo homem foi confirmada durante a investigação. Com autorização formal do investigado, os policiais tiveram acesso às conversas trocadas entre o ex-casal, além de analisarem mensagens, histórico de ligações e imagens apresentadas pela própria mulher.

As provas reunidas demonstraram que ela manteve contato frequente e voluntário com o ex-companheiro e que, no dia da ocorrência, insistiu para que ele fosse até a residência para ver a filha. Entre as mensagens analisadas, consta a frase: “Vai lá na casa”, enviada pela própria mulher.

A investigação também apontou que, posteriormente, ao prestar depoimento na Delegacia, a mulher afirmou que não havia solicitado que o ex-companheiro fosse até sua residência, versão que, segundo a Polícia Civil, foi desmentida pelas provas obtidas durante a apuração.

HOMEM NÃO FOI INDICIADO

Com base nos elementos reunidos, a Polícia Civil concluiu que não havia provas suficientes para responsabilizar criminalmente o homem pelo crime de descumprimento de medida protetiva, motivo pelo qual ele não foi indiciado.

Por outro lado, os investigadores entenderam que havia indícios de que a mulher, mesmo sabendo que havia convidado o ex-companheiro para comparecer ao local, acionou a Polícia Militar atribuindo a ele um crime que, conforme a investigação, não ocorreu nas circunstâncias relatadas.

Diante disso, ela foi indiciada pelo crime de denunciação caluniosa, previsto no artigo 339 do Código Penal, que consiste em dar causa à instauração de investigação policial ou processo contra alguém, imputando-lhe falsamente a prática de um crime.

POLÍCIA CIVIL ALERTA SOBRE O USO RESPONSÁVEL DA LEI MARIA DA PENHA

Na nota, a Polícia Civil reforça que a Lei Maria da Penha permanece como um dos principais instrumentos de proteção às mulheres vítimas de violência doméstica e deve ser aplicada com rigor sempre que houver situações reais de violência, ameaça ou risco.

Entretanto, a instituição ressalta que o uso deliberadamente falso de medidas protetivas ou de denúncias para prejudicar terceiros pode configurar crime, além de mobilizar indevidamente as forças de segurança e o sistema de Justiça.

O Delegado da 10.ª Delegacia Regional de Polícia de Mallet, Dr. Thiers Andregotti , destacou ainda que continuará tratando todas as denúncias de violência doméstica com prioridade, mas que comunicações falsas também serão investigadas e, quando comprovadas, os responsáveis responderão na forma da lei.

CONFIRA A NOTA À IMPRENSA

FONTE: 10ª DRP DE MALLET

REPORTAGEM E FOTOS: JORNAL W NOTÍCIAS DA STUDIO W

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