A equipe da Polícia Militar de União da Vitória foi acionada em dois casos de furto nessa segunda-feira (13).
O primeiro caso foi registrado no Bairro Rocio por volta das 18 horas, furto de bicicleta e que o suspeito estava tentando vender o objeto.
Em patrulhamento as equipes obtiveram êxito na localização do suspeito e na recuperação da bicicleta furtada, desta forma, o objeto recuperado e o autor foram encaminhados à 4ª SDP para providências de Polícia Judiciária.
No bairro São Sebastião a equipe policial foi acionada para atendimento de furto em supermercado por volta das 14h30min.
Após análise do sistema de câmeras foi identificado o suspeito e ao realizar diligências as equipes lograram êxito na sua localização. O autor foi encaminhado à 4ª SDP para providências de Polícia Judiciária.
A Polícia Civil do Paraná (PCPR) concluiu o inquérito policial que investigou a prática do crime de violação sexual mediante fraude pelo médico ginecologista Felipe Lucas, de 81 anos, contra uma paciente, de 24 anos.
Segundo a vítima, o caso aconteceu no início de fevereiro de 2026 durante um atendimento pela rede pública de saúde em Irati. Ela procurou a delegacia sete dias depois e, em depoimento, justificou o tempo de espera devido ao “extremo abalo emocional” e à tentativa inicial de superar o trauma por conta própria.
De acordo com as investigações, o profissional, sob o pretexto de realizar procedimentos clínicos, praticou atos libidinosos contra a vítima.
“A análise do prontuário eletrônico da instituição revelou que, diferentemente de atendimentos anteriores realizados por outros profissionais, não houve qualquer registro clínico, anamnese ou solicitação de exames por parte do investigado na data do fato”, destaca o delegado da PCPR Luis Henrique Dobrychtop.
Diante da gravidade dos fatos, a autoridade policial indiciou o investigado pelo crime de violação sexual mediante fraude, conforme o artigo 215 do Código Penal, e representou pela medida cautelar de afastamento das funções públicas e suspensão do exercício profissional do médico.
Investigações
Durante as investigações, foram ouvidas testemunhas, profissionais de saúde, a vítima e o marido dela, que no dia do crime estava na sala de espera da clínica.
O filho da mulher, que tem cinco anos de idade, também passou por escuta especializada. Segundo a polícia, ele estava com a mãe durante o atendimento, e o médico o deixou virado de costas para ele não visse o procedimento.
O pedido da medida cautelar foi reforçado pelo Ministério Público do Paraná (MP-PR) e aguarda decisão do Tribunal de Justiça do Paraná (TJ-PR). Conselho Regional de Medicina (CRM-PR), até o momento não deu uma resposta.
De acordo com o delegado, o médico não possui histórico criminal e deve responder ao processo em liberdade. No entanto, se outras possíveis vítimas procurarem a polícia, a decisão pode ser reavaliada. Denúncias podem ser feitas de forma anônima à Polícia Civil pelos telefones 197 ou 181.
O caso ocorreu durante patrulhamento da Polícia Militar de Bituruna pelo bairro Vila Mariana por volta das 18h30min dessa segunda-feira (13).
O homem foi abordado e constatado o mandado de prisão em aberto, expedido pela comarca de União da Vitória, o autor foi encaminhado ao DEPEN de União da Vitória para procedimentos legais pertinentes.
Em meio ao Abril Laranja é um mês de conscientização sobre os cuidados que devemos ter com os animais e a importância de denunciar atos de crueldade, a equipe da Polícia Militar de União da Vitória foi acionada para prestar apoio ao órgão municipal de proteção animal no bairro Panorama por volta das 10h30min dessa segunda-feira (13).
No local indicado foi constatado que o tutor de um cachorro não seguiu orientações anteriormente repassadas pelo citado órgão além de não ministrar os medicamentos necessários para o tratamento vindo o piorar o quadro de saúde do animal.
Diante disso o animal foi encaminhado para internação e seu tutor foi encaminhado à 4ª SDP para providências de Polícia Judiciária.
Maus-tratos a animais é crime no Brasil (Lei 9.605/98), com penas severas de 2 a 5 anos de reclusão para cães e gatos (Lei 14.064/2020). Inclui agressão, abandono, privação de água/comida, confinamento insalubre e falta de assistência veterinária.
Denuncie pelo 190 (Polícia Militar) ou Disque Denúncia 181.