A Polícia Militar cumpriu um mandado de prisão cível na tarde desta quinta-feira (17), durante a Operação Sentença, na localidade de Linha Iguaçu Norte, em Cruz Machado.
Segundo a PM, a equipe da Patrulha Rural realizou diligências para localizar o homem que era alvo da ordem judicial. Ele foi encontrado nos fundos de uma empresa, onde estaria residindo.
Durante a abordagem e busca pessoal, nenhum material ilícito foi localizado. O homem foi informado sobre seus direitos constitucionais e, posteriormente, encaminhado à Cadeia Pública de União da Vitória, onde ficou à disposição da Justiça para as providências cabíveis.
A Polícia Militar foi acionada para atender uma ocorrência de lesão corporal por volta das 2h35 deste sábado (19), no Centro de União da Vitória. No local, os policiais encontraram uma mulher de 26 anos sentada, desorientada e com um ferimento grave na cabeça.
Segundo o relato de uma testemunha que teria presenciado a situação, a mulher teria ido armada com uma faca até o local de trabalho do namorado e o atingido nos braços. Ainda conforme a testemunha, o homem teria reagido para se defender, atingindo a cabeça da mulher com um pedaço de madeira antes de fugir do local.
A faca mencionada no relato não foi localizada. A mulher, por sua vez, negou ter agredido o companheiro. Ela recebeu atendimento do SAMU e foi encaminhada ao Hospital Regional.
A Polícia Militar realizou patrulhamento nas proximidades na tentativa de localizar o homem, mas ele não foi encontrado. A ocorrência foi registrada e encaminhada para as providências da autoridade competente.
A Polícia Militar registrou uma ocorrência de ameaça na noite desta sexta-feira (18), no bairro São Cristóvão, em União da Vitória.
Segundo a PM, a equipe realizava patrulhamento pelo bairro quando, em frente a um estabelecimento comercial, foi acionada por populares. No local, os policiais foram informados de que um homem, que estaria embriagado e sendo contido por pessoas presentes, teria ido até o estabelecimento e feito diversas ameaças a um funcionário.
A vítima informou aos policiais que não seria a primeira vez que teria sido ameaçada pelo mesmo indivíduo e decidiu representar formalmente contra ele.
Diante da situação, as partes foram encaminhadas à sede do 27º Batalhão da Polícia Militar, onde foi lavrado um Termo Circunstanciado para o registro e encaminhamento da ocorrência.
A Polícia Civil do Paraná ( PCPR ), por intermédio da 13ª Subdivisão Policial de Ponta Grossa, cumpriu mandado de prisão preventiva contra uma mulher de 45 anos, proprietária de uma agência de viagens, investigada pela prática reiterada do crime de estelionato na modalidade de venda de pacotes turísticos fraudulentos.
As investigações apontam que a suspeita utilizava a fachada de sua empresa para ofertar pacotes de viagens com preços atrativos e condições facilitadas para destinos de grande apelo nacional, como Porto de Galinhas (PE), Gramado (RS) e Rio de Janeiro (RJ). Para conferir uma falsa sensação de segurança e credibilidade às negociações, a investigada afirmava falsamente manter parcerias e vínculos operacionais com renomadas agências do setor turístico.
O esquema criminoso funcionava mediante captação antecipada de valores. A investigada exigia pagamentos via PIX ou transferências bancárias, utilizando frequentemente contas bancárias de terceiros — incluindo a de sua própria genitora — com o propósito de dispersar o fluxo financeiro, dificultar bloqueios judiciais e ocultar a origem ilícita dos recursos.
Após a efetivação das transferências, nenhuma reserva hoteleira, emissão de bilhetes aéreos ou contratação de serviços receptivos era realizada. Quando a data programada para o embarque se aproximava, a suspeita cessava a comunicação ou apresentava justificativas evasivas.
Até o momento, o inquérito policial contabiliza formalmente ao menos 20 vítimas e um prejuízo financeiro estimado em dezenas de milhares de reais. Contudo, a PCPR destaca que as consequências suportadas pelas vítimas ultrapassam largamente as perdas materiais. O golpe provocou severos abalos emocionais e psicológicos, visto que os clientes planejavam os roteiros com meses de antecedência, alinhando períodos de férias do trabalho, organizando viagens em família com filhos, pais ou parceiros, e descobrindo às vésperas da partida que as viagens contratadas nunca existiram .
Mesmo após o caso vir a público e ser amplamente divulgado pelos meios de comunicação regionais, a investigada concedeu entrevistas a portais de notícias sustentando categoricamente que não havia cometido qualquer irregularidade e que nenhum golpe havia ocorrido, mantendo postura de indiferença e deboche perante a frustração e o prejuízo das vítimas e perante o próprio sistema de justiça criminal.
Diante da gravidade concreta dos fatos, da reiteração delitiva e da necessidade de resguardar a ordem pública e a aplicação da lei penal, a autoridade policial, Dr Gabriel Munhoz, representou pela prisão preventiva, prontamente deferida pelo Poder Judiciário.
A Polícia Civil do Paraná alerta que eventuais cidadãos que tenham contratado serviços com a mesma empresa ou suspeita e não tiveram suas viagens realizadas devem comparecer à delegacia mais próxima ou à 13ª Subdivisão Policial de Ponta Grossa, munidos de comprovantes de pagamento, contratos e conversas registradas, para formalizar a denúncia e subsidiar o procedimento investigatório.