A equipe da 41ª Delegacia de Polícia Civil de Irati participou da operação “Mãos à Obra” e cumpriu um mandado de prisão preventiva de uma mulher de 35 anos, que foi investigada pelo crime de estelionato, supostamente realizado em diversas plataformas digitais na quarta-feira (20).
Além do mandado de prisão, foi cumprida a busca e apreensão de aparelhos telefônicos e cartões bancários da investigada.
A operação aconteceu juntamente com policiais civis dos estados do Rio Grande do Sul e de São Paulo, e, aproximadamente, 90 policiais civis dos três estados participaram da operação, resultando na expedição de 15 mandados de prisão preventiva e 13 mandados de busca e apreensão.
A organização criminosa agia de dentro dos presídios e aplicava golpes em pessoas através de telefone celular, utilizando a internet e as redes sociais. O delegado Rafael Rybandt conversou com a Folha de Irati e contou que “aqui em Irati, nós cumprimos um mandado de prisão em uma residência, uma companheira de um detento que auxiliava prestando as contas e também fazendo algumas ações, passando informações e tudo mais”.
Segundo investigação feita pela Delegacia de Investigações Gerais de Itapeva (SP), a organização agia de dentro do Presídio Regional de Caxias do Sul (RS), onde procuravam possíveis vítimas em sites de compra e venda, se passando por vendedores e negociando a aquisição de material para construção. A partir disso, os criminosos recebiam os valores das compras e realizavam ligações telefônicas para as lojas encomendando as mercadorias. Os golpistas efetuavam falsos pagamentos via PIX para os lojistas, que entregavam a mercadoria para o cliente, sem receber o valor.
Por último, a organização estava trabalhando com golpes do falso aluguel. “Eles colocam um imóvel para alugar, um imóvel bonito, colocam o valor, pedem o valor antecipado e tudo mais, e quando a pessoa vai ver esse o imóvel não existe”, contou o delegado.
O judiciário paulista expediu mandados de prisão e de busca e apreensão, que foram cumpridos simultaneamente nas cidades de Irati (PR), Guaíba (RS), Caxias do Sul (RS) e Rajedo (RS). A operação “Mãos à Obra” resultou na prisão de oito homens e quatro mulheres. Foram vistoriados diversos endereços e apreendidos vários objetos e aparelhos de telefonia celular. A OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) participou das averiguações, visto que uma das investigadas é uma advogada atuante em Caxias de Sul (RS).
O que é estelionato?
Estelionato é capitulado, segundo o código penal brasileiro, como crime contra o patrimônio, sendo definido como “obter, para si ou para outrem, vantagem ilícita, em prejuízo alheio, induzindo ou mantendo alguém em erro, mediante artifício, ardil ou qualquer outro meio fraudulento”. Consiste, basicamente, na prática de golpes, nos quais o criminoso engana a vítima para obter algum tipo de vantagem, na maioria das vezes, em dinheiro.
Ainda, segundo o delegado, Irati tem tido várias vítimas de estelionato e dá dicas de como evitar cair neste tipo de golpe:
1 – Checar se o perfil da pessoa é verdadeiro, conferindo as informações; 2 – Ver se o bem ou item que você está comprando existe, ou comprar somente em sites certificados Caso você tenha sido vítima de um golpe de estelionato, é recomendado que você entre em contato com seu banco imediatamente para identificar quais são as situações cabíveis na sua situação e realizar o Boletim de Ocorrência. Se o seu telefone celular foi invadido, entre no aplicativo do seu banco e busque desabilitar o acesso à sua conta pelo número do celular.
A equipe do 2º Pelotão da 8ª Companhia da Polícia Militar atendeu diversas ocorrências ao longo desta sexta-feira (13) no município de Rio Azul.
A primeira situação foi registrada por volta das 10h30, quando uma mulher compareceu ao destacamento da Polícia Militar relatando que havia sido agredida e expulsa de casa pelo marido, configurando um caso de lesão corporal no contexto de violência doméstica.
De posse das informações, os policiais se deslocaram até a residência do casal, onde localizaram o suspeito. O homem recebeu voz de prisão e foi encaminhado à Delegacia de Polícia Civil de Rebouças para os procedimentos cabíveis da autoridade judiciária.
Ainda durante a tarde, por volta das 15h, a equipe policial realizou uma visita de fiscalização de medida protetiva de urgência na área central da cidade, com o objetivo de verificar o cumprimento das determinações judiciais.
Já às 18h, os policiais promoveram a Operação Bloqueios Ordinários, realizando abordagens a veículos para fiscalização de trânsito e orientações aos condutores.
A última ocorrência do dia foi registrada às 22h25, quando a equipe foi acionada para atender uma perturbação do sossego no bairro Santa Terezinha. No local, a responsável pelo imóvel foi orientada pelos policiais e se comprometeu a cessar o som, encerrando a situação.
As ações fazem parte do trabalho rotineiro de patrulhamento e prevenção realizado pela Polícia Militar no município.
Informações: 2º Pelotão da 8ª CIA da Polícia Militar/Repórter Kiko de Oliveira
A Polícia Civil do Paraná alerta a população para o golpe do perfil falso. Criminosos entram em contato por um número desconhecido usando a foto de um familiar e pedem transferências via Pix com urgência Para enganar a vítima, inventam que o celular quebrou ou que o aplicativo do banco travou e pedem ajuda para pagar uma conta
Fique atento ao principal sinal de fraude: a conta Pix indicada para a transferência estará sempre no nome de um estranho, e nunca no nome do seu parente
👉 Como se proteger:
Não responda as mensagens enviadas pelo número novo. Ligue para o número antigo do seu familiar ou faça uma videochamada, pois os golpistas não atendem a ligações
👉 O que fazer se já transferiu o dinheiro:
Entre em contato imediatamente com o seu banco para tentar bloquear o valor transferido através do MED (Mecanismo Especial de Devolução). Em seguida, registre um Boletim de Ocorrência.
Recebeu foto de parente em número novo pedindo dinheiro? Desconfie sempre
Durante patrulhamento no Distrito de São Cristóvão, a equipe da Polícia Militar de União da Vitória foi abordada por uma mulher que se encontrava visivelmente abalada e chorando. O caso foi registrado por volta das 14 horas dessa sexta-feira (13).
Ela relatou que havia sido agredida por um ex-funcionário e informou que o autor estaria em uma construção próxima ao local dos fatos.
Diante das informações, a equipe deslocou imediatamente até o endereço indicado, onde visualizou o suspeito. Foi realizada a abordagem e o indivíduo foi identificado no momento em que tentava embarcar em uma motocicleta. Durante a revista pessoal, nada de ilícito foi localizado.
Considerando o interesse da vítima em representar contra o autor, ambas as partes foram encaminhadas ao Cartório do TCIP do 27º Batalhão de Polícia Militar, onde foi confeccionado o Termo Circunstanciado.