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Novo golpe circula pelo WhatsApp: saiba como se proteger

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Fazer compras online, seja por sites ou aplicativos, já faz parte do dia a dia de muitos brasileiros. Mas, com a popularização dessa modalidade de comércio, aumentaram, também, os golpes. Segundo o Relatório de Identidade e Fraude 2025 da Serasa Experian, 33% do público declarou ter sido vítima de fraude financeira por meio de pagamento de boleto falso ou Pix, enquanto que 51% relatou conhecer alguém que já foi vítima desse golpe.

Além disso, 22% declarou ter sofrido com o phishing, fraude que consiste em uma comunicação que aparenta ser de fonte confiável mas que, na verdade, se trata de um golpe. Esse crime têm chamado atenção nos últimos dias, principalmente nas redes sociais. Internautas têm relatado o recebimento de mensagens, pelo WhatsApp, de contatos se fazendo passar por transportadoras. Os alvos são pessoas que, de fato, estão aguardando para receber uma encomenda adquirida pela internet.

Nas mensagens, os golpistas informam corretamente o endereço de entrega da compra, código de rastreio e nota fiscal do pedido. Todas as informações batem com os dados reais da compra. No final da mensagem, vem o pedido para que a vítima clique em um link para realizar o pagamento de uma taxa alfandegária para que a entrega do produto seja concluída. Em outros casos, a mensagem afirma que o pedido foi cancelado, mas que a vítima vai receber um bom desconto para fazer a compra novamente, desde que realize o pedido pelo link enviado pelos golpistas.

Essa fraude chama a atenção pelo nível de detalhe das informações fornecidas pelos golpistas. “Apesar das investigações em andamento, a maioria das empresas estão investigando para saber de onde ocorreu esse vazamento de dados, mas ainda não se sabe ao certo como os criminosos conseguem ter acesso a essas informações das compras das pessoas”, comenta o advogado Flavio Medeiros, sócio fundador do Conecta Educação Digital, empresa voltada à conscientização sobre a utilização saudável da tecnologia.

Para passar uma sensação de segurança às vítimas, em muitos casos, os golpistas contratam empresas de cobrança, dessa forma, quando o usuário realiza o pagamento, seja por PIX ou cartão, o nome do beneficiário não é de uma pessoa física, como se esperaria em um golpe, mas sim de uma instituição financeira. “Geralmente são valores baixos para evitar até que a pessoa depois entre em contato com o banco solicitando um estorno daquele valor. Mas, na quantidade de golpes aplicados, eles acabam lucrando com isso. Então, sempre é importante que você, se você for vítima, entre em contato com o teu banco e denuncie que você caiu e acabou transferindo o dinheiro para os golpistas”, indica Flavio.

Outro artefato utilizado para demonstrar uma suposta autenticidade, neste caso no WhatsApp, é o selo de verificação da Meta, empresa responsável pelo aplicativo de mensagens e também pelo Facebook e Instagram. Porém, Flavio aponta que, atualmente, o instrumento de verificação pode ser comprado, sem necessariamente atestar que aquela conta é realmente da empresa pela qual o golpista se faz passar. “Então, independente se for de um perfil verificado ou se for outro perfil, sempre desconfie”, aconselha.


Como se proteger

Estar atentos aos sinais – que sempre estão visíveis em um golpe – é essencial para garantir a segurança na internet. Flavio indica que um dos pontos de atenção é que as transportadoras não cobram taxas extras após a compra ter sido concluída no marketplace. Outro início de mensagem fraudulenta é o número de contato, que muitas das vezes é internacional. O nome da transportadora ou marketplace que entra em contato pelo WhastApp também deve ser fiscalizado, visto que na maioria dos casos possui grafia diferente da empresa real. “E outro ponto também é, sempre quando você fizer a compra no site, você deve acompanhar o seu pedido pelo site do marketplace que você fez a compra. Dificilmente a transportadora entrará em contato com você informando que tem alguma taxa extra de pedido de pagamento”, completa.

Para acompanhar seu pedido, o indicado é buscar informações na página ou aplicativo da loja em que o produto foi adquirido. Caso receba alguma mensagem pelo WhatsApp relacionada ao seu pedido, procure se a mesma informação consta no site em que realizou a compra. Em caso de dúvida, entre em contato com o SAC da loja. Por fim, quando precisar realizar um pagamento, principalmente via PIX, verifique se o destinatário é realmente a pessoa ou empresa para quem você deseja fazer a transferência.

Mas, caso não consiga se proteger e acabe caindo em um golpe, Flavio indica que a primeira coisa a se fazer é entrar em contato com o seu banco e informar que foi vítima do crime. “Os bancos têm um mecanismo especial de devolução que se chama MED. Eles identificam a conta de origem e da destinatária e fazem a solicitação para que o banco de destino faça a retenção daquele valor até que seja esclarecido todo esse caso. Reúna todas as provas que tiver, registre a denúncia, pode fazer um boletim de ocorrência online. Informe também à empresa, o marketplace, que você foi vítima. E também sempre monitore as suas contas bancárias para ver como está, se vai dar certo o mecanismo especial de devolução, se eles vão conseguir ressarcir esse dinheiro”.

Por fim, Flavio indica que a melhor maneira de se prevenir é sempre não se deixar levar pelos golpistas. “Em resumo, a melhor forma de você se manter protegido de qualquer golpe, é você desconfiar. Desconfie de tudo. Então, ao receber uma ligação, desconfie. Ao receber uma mensagem, desconfie. Qualquer tipo de comunicação. Recebeu uma carta? Desconfie. Sempre cheque a origem daquela carta, daquela comunicação. Sempre cheque quem são as pessoas que estão por trás e, se for algo principalmente que vai te trazer uma uma vantagem que você não estava esperando, aí desconfie mais ainda”, alerta.

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WhatsApp deixará de funcionar em vários celulares

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Diversos modelos de celulares perderão as funcionalidades do WhatsApp em setembro de 2026. Estão na lista todos os aparelhos que usam as versões 5.0 e 5.1 do Android, também conhecidas como Lollipop. A informação foi confirmada pela Meta. A mudança afetará tanto o WhatsApp comum quanto o Business.

Esse tipo de ação é comum na Meta, devido a falta de atualização de segurança de alguns modelos Android pela Google, dona do sistema operacional. Sem novas atualizações, essas versões se tornam obsoletas e mais propensas a vírus e golpes digitais. Por essa razão, a Meta opta por desativar o WhatsApp.

Com a mudança, celulares precisaram ter, no mínimo, a versão 6.0 do Android (Marshmallow), versão lançada em 2015.

Aparelhos que não vão rodar WhatsApp

Alguns dos modelos mais comuns que rodam em Android 5.0 ou 5.1 são:

Samsung: Galaxy S3, S4, S4 Mini, S5, Note 2, Note 3, Core, Trend e J2
Motorola: Moto G e Moto E (ambos de 1ª geração)
LG: G2, G3, Optimus L3, L5, L7, F5, L3 II Dual e L5 II
Sony: Xperia Z2 e Xperia Z3
Huawei: Ascend Mate, Ascend G740 e Ascend D2
Google: Nexus 5 e Nexus 6
Asus: Zenfone 5 e Zenfone 6
HTC: Modelos que não conseguiram atualizar para o Android 6 ou superior

Mas para saber com certeza se o seu celular será afetado você precisa verificar a versão do Android que está rodando em seu aparelho.

Como descobrir a versão do Android

Acesse a aba Configurações – Sobre o telefone – Versão do Android.

Se a versão for Android 6.0 ou superior o seu aparelho não será afetado.

Se a versão foi 5.0 ou 5.1, verifique se existe atualização de sistema disponível. Caso não haja, a única solução será trocar de aparelho para continuar usando o WhatsApp.

O próprio WhatsApp já está alertando usuários de Android sobre a mudança. Usuários de Iphone não serão afetados.

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Regional

Residência abandonada e carreta foram atingidas por incêndio em Rebouças

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Equipes dos Bombeiros Comunitários atuaram em duas ocorrências de incêndio entre a noite de segunda-feira (27) e a madrugada de terça-feira (28), no município de Rebouças.

O primeiro atendimento foi registrado por volta das 22h37, em uma residência localizada na Rua Antônio H. M. de Souza. No local, foi constatado que o imóvel estava abandonado e sem mobília. As chamas atingiram parte de uma dispensa na área externa da casa.

Segundo relato de uma moradora vizinha, não foi possível identificar como o fogo teve início, já que o incêndio já estava em andamento quando foi percebido. Antes da chegada da equipe, moradores utilizaram baldes de água para conter as chamas, evitando que o fogo se alastrasse. Ninguém ficou ferido.

Já a segunda ocorrência foi registrada por volta da 00h19, no trevo da localidade de Marmeleiro, na rodovia PR-990. No local, uma carreta foi completamente destruída por um incêndio.

De acordo com o condutor, o fogo teria começado após o travamento das pastilhas de freio. O motorista tentou conter as chamas com dois extintores, porém não obteve sucesso. Ainda assim, conseguiu desengatar o cavalo mecânico a tempo, evitando que o incêndio atingisse a cabine.

Apesar da ação rápida, a carreta foi consumida pelas chamas, resultando em perda total. Não houve registro de feridos.

Fonte: Claytonburgath Burgath/Bombeiro Comunitário

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Local

Colisão entre veículos é registrada na BR-153 em Mallet; criança é encaminhada ao hospital

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Na noite deste domingo (26), por volta das 19h, um acidente do tipo colisão transversal, seguido de saída de pista, foi registrado no km 391 da BR-153, em Mallet, nas proximidades do conhecido “Bar do Cachorrão”, junto ao acesso à localidade de Três – Faxinal dos Trojan.

A ocorrência envolveu dois veículos, sendo um Volkswagen Fox, com placas de Imbituva, e um Ford Escort, com placas de Irati.

De acordo com as informações, o condutor do Fox, um homem de 59 anos, que seguia com destino ao município de Ponta Grossa, não sofreu ferimentos. Ele foi submetido ao teste do etilômetro, que apresentou resultado negativo para ingestão de álcool.

Já o condutor do Escort deixou o local do acidente antes da chegada das equipes e não foi localizado.

Conforme os Brigadistas Comunitários de Mallet, que prestaram atendimento à ocorrência, no Escort também estavam uma mulher e uma criança. Com o impacto, a criança acabou batendo a cabeça contra o vidro da janela traseira e foi encaminhada ao Hospital de Caridade São Pedro de Mallet para avaliação médica. A mulher não se feriu.

Ainda segundo verificação junto à Polícia Militar de Mallet, o veículo Escort apresentava indícios de irregularidade no emplacamento. Embora estivesse vinculado ao município de Irati, a placa afixada no veículo correspondia à cidade de Fernandes Pinheiro (PR), além de constarem débitos de licenciamento.

O automóvel foi recolhido ao pátio da Polícia Rodoviária Federal para as medidas cabíveis.

Informações: PRF/Policia Militar e Brigadistas Comunitários de Mallet – Studio W

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