A Polícia Civil de Irati finalizou as investigações sobre a chacina que aconteceu em Irati no dia 16 de junho, em que cinco pessoas foram assassinadas na Vila São João, com a prisão do terceiro acusado do crime. Três pessoas estão presas e vão responder por homicídio.
Na semana passada, 26 de agosto, o terceiro acusado da chacina foi preso em Piracicaba/São Paulo. O segundo se apresentou em uma delegacia da mesma cidade paulista no dia 13 de agosto. Já o primeiro acusado, um policial militar de Irati, foi preso no dia 06 de julho e está em uma delegacia da região.
Após toda a investigação da Polícia Civil de Irati, a equipe conseguiu um mandado de busca e apreensão, expedido pela Vara Criminal de Irati, e realizou a prisão em São Paulo. “Nosso setor de investigação realizou diligências a partir de técnicas de investigação e de informantes da Polícia Civil. Com esse relatório, pedimos um mandado de busca na residência, visto que poderia haver algum outro ilícito, não somente a prisão”, comenta o delegado de Irati, Paulo Cesar Eugenio Ribeiro.
Ele explica que os outros dois últimos presos envolvidos na chacina têm relação de parentesco com o policial militar, e são parentes de primeiro grau. Antes da primeira prisão, a Polícia já sabia do envolvimento dessas duas pessoas, e eram considerados foragidos. “Nós optamos por não divulgar, por não dar foco nessa situação, justamente para poder conseguir realizar essas prisões sem levantar suspeita do nosso trabalho investigativo”.
Agora, tendo em vista a conclusão de 100% das investigações, a Polícia Civil fará o direcionamento de laudos, de eventuais perícias que ficaram faltando ou pendentes, para poder integrar o processo e encaminhar o material ao poder judiciário.
MOTIVAÇÃO DO CRIME A chacina que aconteceu em Irati vitimou cinco pessoas, identificadas como Wellington Vieira de Andrade, 21 anos; Jaine Shaiane Fernandes, 27 anos; Alex Cesar Ferreira, 24 anos; Danilo Vinicius Gaioch Conrado, 18 anos e Ednaldo de Souza Nascimento, 33 anos. De acordo com o delegado Paulo e pelas investigações, a motivação do crime seria um conflito familiar. “Existia alguma intriga, algum entrevero anterior aos fatos, que acabou causando esse estopim, dessas três pessoas que estão presas hoje, de executar essas outras cinco”, destaca.
CASO FINALIZADO Diante de toda a investigação policial, três pessoas foram presas e devem responder encarceradas ao processo criminal. A Polícia Civil de Irati foi rápida em solucionar o inquérito.
O delegado acredita que foi uma das mais ágeis, até mesmo pela repercussão do caso. Houve uma atuação mais incisiva, teve apoio da chefia e do departamento da Polícia Civil, em 21 dias do crime, o primeiro acusado foi preso, e a equipe já sabia dos outros dois envolvidos, no qual eram foragidos.
As novas técnicas de investigação da Polícia Civil de Irati estão obtendo êxito, pois segundo Paulo, todos os homicídios que aconteceram, em um mês atrás, foram elucidados. “Os crimes estão sendo resolvidos, e a pessoa está sendo presa em tempo recorde. Então, fica o alerta para a população, quem tiver essa ideia infeliz de praticar algum crime, a gente está atrás e vai prender essas pessoas”, finaliza.
Vítima foi identificada como Dirlei Drewnicki, de 50 anos, morador do local
Um homem de 50 anos foi encontrado morto na manhã desta quinta-feira (12), após ficar preso no gradil de uma residência no município de Irati.
A vítima foi identificada como Dirlei Drewnicki, morador da casa onde o corpo foi localizado.
Equipes da Polícia Militar e do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) estiveram no local da ocorrência. Após os procedimentos, o corpo foi recolhido pelo Instituto Médico Legal (IML).
Nota de falecimento
O corpo está sendo transladado e o velório será realizado na Capela Santa Rita, com previsão de início a partir das 20 horas desta quinta-feira.
O sepultamento está previsto para sexta-feira (13), no Cemitério da Vila São João, em horário que ainda será definido pela família.
Matéria: Repórter Kiko de Oliveira Imagem Rede Social
Está acontecendo hoje quinta-feira dia 12 de março no Fórum Desembargador José Henrique de Santa Rita, em Mallet, o julgamento do caso de tentativa de homicídio ocorrido no município no ano de 2023. De acordo com denúncia apresentada pelo Ministério Público do Estado do Paraná, o réu Rivaldo Junior de Oliveira é acusado de tentar matar Luís Matheus Pessi Szczypkoski.
Conforme consta na denúncia, o fato teria ocorrido no dia 21 de setembro de 2023, por volta das 23h08, na Avenida João Pessoa, na região central de Mallet, nas proximidades da Câmara de Vereadores. Na ocasião, o acusado teria desferido golpes com uma arma branca contra a vítima.
O caso esta sendo analisado pelo Tribunal do Júri composto por 7 pessoas que foram sorteadas. Entre os sorteados foram escolhidos pela defesa e pelo ministério público 6 mulheres e 1 homem. Pela manhã estão sendo ouvidos a vítima, os envolvidos na briga o acusado e testemunhas .
Durante a sessão, os jurados irão avaliar as provas e os argumentos apresentados tanto pela acusação quanto pela defesa antes de chegar a uma decisão.
A tarde acontecerá os debates até a divulgação da sentença.
Vale lembrar que a legislação brasileira assegura ao acusado o direito à presunção de inocência até que haja uma decisão definitiva da Justiça.
Julgamento de tentativa de homicídio ocorrido em 2023 é acompanhado pela reportagem da Studio W em Mallet
A equipe de reportagem da Studio W acompanha nesta quinta-feira (12) o julgamento de um caso de tentativa de homicídio registrado no município de Mallet no ano de 2023. A sessão ocorre no Fórum Desembargador José Henrique de Santa Rita e é conduzida por meio do Tribunal do Júri.
De acordo com denúncia apresentada pelo Ministério Público do Estado do Paraná, o réu Rivaldo Junior de Oliveira é acusado de tentar matar Luís Matheus Pessi Szczypkoski.
Conforme consta na denúncia, o fato teria ocorrido no dia 21 de setembro de 2023, por volta das 23h08, na Avenida João Pessoa, na região central de Mallet, nas proximidades da Câmara de Vereadores. Na ocasião, o acusado teria desferido golpes com uma arma branca contra a vítima.
O caso está sendo analisado pelo Tribunal do Júri, composto por sete jurados sorteados. Entre os selecionados, foram definidos seis mulheres e um homem para integrar o conselho de sentença, após as escolhas realizadas pela defesa e pela acusação.
Durante o período da manhã estão sendo ouvidos a vítima, o acusado, pessoas envolvidas na ocorrência e testemunhas relacionadas ao caso. Na parte da tarde devem ocorrer os debates entre acusação e defesa, etapa em que ambas as partes apresentam seus argumentos finais antes da decisão dos jurados.
Após a fase de debates, os jurados irão se reunir para analisar as provas e os argumentos apresentados durante o julgamento e, posteriormente, será divulgada a sentença.
A equipe da Studio W TV permanece no fórum acompanhando o andamento da sessão e trará atualizações ao longo do dia com informações sobre o julgamento.
Vale lembrar que a legislação brasileira garante ao acusado o direito à presunção de inocência, princípio previsto na Constituição Federal do Brasil, assegurando que ninguém seja considerado culpado até que haja decisão definitiva da Justiça.
A equipe ROTAM de São Mateus do Sul realizou a abordagem de dois indivíduos em atitude suspeita em frente a uma residência no bairro Vila Nova, sendo que um deles estava fumando um cigarro de substância análoga à maconha. O caso ocorreu por volta das 17 horas dessa quarta-feira (11).
O usuário confirmou que adquiriu a substância naquele local, sendo então realizadas buscas na residência, onde foram localizados 465 gramas de substância análoga à maconha e uma balança de precisão.
Diante dos fatos, foi dada voz de prisão ao morador pelo crime de tráfico de drogas, e o abordado foi apreendido por uso de drogas para consumo pessoal. Ambos foram encaminhados à delegacia para os procedimentos cabíveis.