No mês de dezembro a Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar) atuou fortemente no combate aos agrotóxicos falsificados no Paraná. Com apoio da Polícia Militar as ações ocorreram em diversas regiões do Estado onde os policiais e fiscais agropecuários da Agência detectaram a falsificação de diversos agrotóxicos, em especial os fungicidas que possuem alto valor agregado e são mais utilizados neste período do ano.
Neste aspecto, a Agência propicia a interação dos agentes de fiscalização junto aos fabricantes de agrotóxicos, forças policiais e setor públicos ligados a defesa agropecuária para atualizar-se sobre o assunto. Além disso, utiliza equipamento portátil de detecção rápida que auxilia na pré-detecção da fraude ainda no campo e realiza coleta de amostras de produtos para análise laboratoriais de confirmação de irregularidades que muitas vezes confirmam a falsificação.
A Adapar orienta aos agricultores:
Adquirir agrotóxicos somente de empresas cadastradas na ADAPAR, pois elas geralmente adquirem insumos diretamente do fabricante, possuem responsável técnico pelo armazenamento e comércio, dispõe de profissionais da agronomia legalmente habilitados para a correta recomendação agronômica e os insumos agrícolas são rotineiramente fiscalizados pela Agência;
Atenção com vendedores ambulante de agrotóxicos na propriedade rural e desconfiar de preço abaixo do mercado praticado em sua região;
Após realizar a tríplice lavagem da embalagem do agrotóxico, é extremamente importante realizar o perfuramento delas visando inutilizá-la e evitar o uso dessas embalagens vazias originais para acondicionamento de produto falsificado, fato que dificulta muito a detecção da falsificação.
Todas as embalagens vazias de agrotóxico não podem ser comercializadas ou entregues a terceiros e devem, obrigatoriamente, ser devolvidas em postos ou central de recolhimento indicada pelo comerciante no corpo da nota fiscal para logística reversa até chegar no fabricante para destinação final adequada.
A utilização de agrotóxicos contrabandeados, roubados ou falsificados atenta contra a agricultura paranaense podendo gerar sérios prejuízos a inovação, economia, meio ambiente, saúde humana e a própria lavoura do agricultor. Em caso de dúvidas, procurar uma Unidade da Adapar mais próxima.
A equipe do 2º Pelotão da 8ª Companhia da Polícia Militar atendeu diversas ocorrências ao longo desta sexta-feira (13) no município de Rio Azul.
A primeira situação foi registrada por volta das 10h30, quando uma mulher compareceu ao destacamento da Polícia Militar relatando que havia sido agredida e expulsa de casa pelo marido, configurando um caso de lesão corporal no contexto de violência doméstica.
De posse das informações, os policiais se deslocaram até a residência do casal, onde localizaram o suspeito. O homem recebeu voz de prisão e foi encaminhado à Delegacia de Polícia Civil de Rebouças para os procedimentos cabíveis da autoridade judiciária.
Ainda durante a tarde, por volta das 15h, a equipe policial realizou uma visita de fiscalização de medida protetiva de urgência na área central da cidade, com o objetivo de verificar o cumprimento das determinações judiciais.
Já às 18h, os policiais promoveram a Operação Bloqueios Ordinários, realizando abordagens a veículos para fiscalização de trânsito e orientações aos condutores.
A última ocorrência do dia foi registrada às 22h25, quando a equipe foi acionada para atender uma perturbação do sossego no bairro Santa Terezinha. No local, a responsável pelo imóvel foi orientada pelos policiais e se comprometeu a cessar o som, encerrando a situação.
As ações fazem parte do trabalho rotineiro de patrulhamento e prevenção realizado pela Polícia Militar no município.
Informações: 2º Pelotão da 8ª CIA da Polícia Militar/Repórter Kiko de Oliveira
A Polícia Civil do Paraná alerta a população para o golpe do perfil falso. Criminosos entram em contato por um número desconhecido usando a foto de um familiar e pedem transferências via Pix com urgência Para enganar a vítima, inventam que o celular quebrou ou que o aplicativo do banco travou e pedem ajuda para pagar uma conta
Fique atento ao principal sinal de fraude: a conta Pix indicada para a transferência estará sempre no nome de um estranho, e nunca no nome do seu parente
👉 Como se proteger:
Não responda as mensagens enviadas pelo número novo. Ligue para o número antigo do seu familiar ou faça uma videochamada, pois os golpistas não atendem a ligações
👉 O que fazer se já transferiu o dinheiro:
Entre em contato imediatamente com o seu banco para tentar bloquear o valor transferido através do MED (Mecanismo Especial de Devolução). Em seguida, registre um Boletim de Ocorrência.
Recebeu foto de parente em número novo pedindo dinheiro? Desconfie sempre
Durante patrulhamento no Distrito de São Cristóvão, a equipe da Polícia Militar de União da Vitória foi abordada por uma mulher que se encontrava visivelmente abalada e chorando. O caso foi registrado por volta das 14 horas dessa sexta-feira (13).
Ela relatou que havia sido agredida por um ex-funcionário e informou que o autor estaria em uma construção próxima ao local dos fatos.
Diante das informações, a equipe deslocou imediatamente até o endereço indicado, onde visualizou o suspeito. Foi realizada a abordagem e o indivíduo foi identificado no momento em que tentava embarcar em uma motocicleta. Durante a revista pessoal, nada de ilícito foi localizado.
Considerando o interesse da vítima em representar contra o autor, ambas as partes foram encaminhadas ao Cartório do TCIP do 27º Batalhão de Polícia Militar, onde foi confeccionado o Termo Circunstanciado.